Discurso de Lula da Silva (excerto)

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Rafael Bordalo Pinheiro

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Rafael Bordalo Pinheiro

(21/3/1846 - 23/1/1905, Portugal)

comic art by Rafael Bordalo Pinheiro
Rafael Bordalo Pinheiro was born in Lisbon, into a large family of distinguished artists. He made his theater debut when he was fourteen years old, yet decided to become a graphic artist and published his first album, 'O Calcanhar d'Achilles', in 1870. It was a collection of caricatures of literary celebrities. In 1884, he started a ceramic factory at Caldas da Rainha, which is still in business today.

A ParodiaA ParodiaA Parodia (26/3/1902)
He founded the bi-monthly magazine O Binoculo, and shortly after started A Berlinda. Pinheiro also published his work in magazines like El Mundo Comico, A Lanterna Magica, O Antonio Maria and El Bazar. Influenced by Wilhelm Busch, he specialized in sequential narratives, and published several more albums. Among others, he came with a satire on the Brazilian emperor's trip to Europe, called 'Apontamentos de Raphael Bordallo Pinhoro sobre à Picaresca Viagem do Imperdor Brasil pela Europa' (1872). His last one, 'A Parodia', appeared in 1900.
comic art by Rafael Bordalo Pinheiro
Maxixe na Politica, by Rafael Bordalo Pinheiro1900
(in Portuguese)
http://lambiek.net/artists/p/pinheiro_r_b.htm

sexta-feira, 4 de março de 2011

Cerâmica das Caldas na Colecção Joe Berardo




Cerâmica das Caldas

Uma parte significativa de cerca de 110 peças de cerâmica são provenientes do Espólio Emanuel Araújo, figura destacada da cultura contemporânea brasileira. A Colecção Berardo para além deste núcleo adquiriu um grande número de peças excepcionais que foram produzidas no final do século XIX e início do século XX pelos melhores ceramistas das Caldas da Rainha, Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905) e Manuel Cipriano Gomes, o “Mafra”, (sua cidade de origem) (1830-1905).

Este último começou a trabalhar na fábrica das Caldas com vinte anos e anos mais tarde foi nomeado pelo Rei Fernando II para trabalhar para a Casa Real. Rafael Bordalo Pinheiro foi um desenhador, aguarelista, caricaturista político e social e ceramista de talento. Quando se fixou nas Caldas da Rainha em 1884, o seu irmão fundou a “Fábrica de Faiança” onde ele assumiu a direcção artística e fez das Caldas da Raínha um centro da cerâmica reconhecido internacionalmente. Bordalo não se restringiu apenas à fabricação de loiça ornamental, satisfez também dezenas de pequenas e grandes encomendas para a decoração de palacetes: azulejos, painéis, frisos, placas decorativas, floreiras, fontes-lavatório, centros de mesa, bustos, molduras, entre outros. Nesta colecção, mostram-se peças de inportância rara, em excelente estado de conservação.
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.Figura de negro, 1895-1905

Vidrado policromo
164 x 60 x 45 cm

UID 1

Prato com marisco, 1870-1885

Vidrado policromo
10 x Ø 31 cm

UID 104-6
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Prato com peixe, 1893-1895

Vidrado policromo
8 x Ø 31 cm

UID 104-20
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Prato com frutas, 1905

Vidrado policromo
12 x Ø 45 cm

UID 104-44
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Jarro Gugunhana depois, 1886

Faiança policroma
20 x 10 cm

UID 104-134
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Cantil com tampa, 1896

Vidrado policromo
24 x 20 cm

UID 104-139
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Prato ramo de videira., 1909

Vidrado policromo
11 x Ø 44 cm

UID 104-55
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Vasilha de aguardente, c. 1900

Vidrado monocromático
37,5 x 18 x 39 cm
UID 104-65
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Busto de Eça de Queiroz, 1902

Terracota
48 x 24 x 20 cm

UID 104-91
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O lobo e o grou, 1900

Faiança policroma
115 x 85 x 61 cm

UID 104- 90
.Pote com rosáceas, Sec XVIII / XIX

Vidrado policromo
20 x Ø 18 cm
UID 104-108
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Terrina em forma de Pato, 1860-1885

Vidrado policromo
42 x 44,5 x 26,5 cm

UID 104-122
Talha de grandes dimensoes em barro vidrado, 1860-1880

Terracota
94 x Ø 58 cm

UID 104-123
.Grande Jarrão, 1896

Vidrado policromo
94 x Ø 54 cm

UID 104-131
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Fruteiro de decoragdo Art Noveau,, Posterior a 1870

Vidrado policromo
9 x 25,5 x 30 cm

UID 104-146
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Prato com Ramo em flor e Pintassilgos, 1898

Vidrado policromo
13 x Ø 42 cm

UID 104-149
Pote com vagens e folhas, c. 1910

Vidrado policromo
19 x 30 x 21 cm

UID 104-150
.<. . a href="http://mirror.berardocollection.com/?toplevelid=33&CID=104&opt=sw&v1=164&lang=pt">Barrica com Três Frades à mesa, 1860-1895

Vidrado policromo
25 x 38 x 22 cm

UID 104 - 164
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Jarro com Tampa; alegoria à vindima, Segunda metade do séc. XIX

Vidrado policromo
26 x 30 cm

UID 104-167
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Paliteiro “Marquês de Franco”, 1898

Vidrado policromo
14 x 8 x 10,5 cm

UID 104-179
Figura de movimento “O comendador”, 1915-1930

Vidrado policromo
26 x Ø 11 cm

UID 104-180
Figura de movimento, “Ama das Caldas", 1920-40

Vidrado policromo
23 x Ø 14 cm

UID 104-181
Figura de movimento, “Politico”, 1907

Vidrado policromo
20 x Ø 7,5 cm

UID 104-182
Figura de movimento, “Conselheiro João Franco”, 1907

Vidrado policromo
25 x Ø 10 cm


UID 104-183
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Figura de movimento, “Zé Povinho”, 1930-40

Vidrado policromo
21 x Ø 10 cm

UID 104-186
Figura de movimento, “Maria da Paciência”

Vidrado policromo
24,5 x Ø 11 cm

UID 104-187
.“Titulo de 1 acção com o valor de 20$000 reis”, 1884

Desconhecido
46 x 29 cm

UID 104 - 194
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Folha de Rícino

Vidrado policromo
9 x 67 x 63 cm

UID104 - 196
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© 2011 The Berardo Collection All Rights Reserved.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

No jardim das maravilhas de Rafael Bordalo Pinheiro

 
Cidade

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por Clara Silva, Publicado em 30 de Janeiro de 2010   
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Lisboa ganhou hoje um espaço verde e mais de mil animais. De loiça
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Alice sentir-se-ia no País das Maravilhas se visitasse o Jardim Bordalo Pinheiro. Inaugurado hoje, é mais um dos pequenos refúgios verdes que Lisboa ganhou. Em pleno Campo Grande, no exterior do Museu da Cidade, entrar no jardim é como entrar no mundo da fantasia. Nas paredes recém-pintadas de branco, há gatos assanhados e um lagarto que tenta escapar para a confusão lisboeta. Uma vespa gigante aterrou nos arbustos em forma de labirinto e vários sapos cospem água para um lago recheado de caranguejos e lagostas que, se não fossem de cerâmica, enchiam a barriga a quase 50 pessoas.

São 1205 peças de faiança, a loiça fina de barro com a qual Rafael Bordalo Pinheiro criou bichos desmesurados, que dão vida ao jardim antes abandonado. "Estava mesmo em muito mau estado", garante ao i a artista plástica Joana Vasconcelos, responsável pela concepção artística do projecto. "Nenhuma das fontes funcionava e os pavões eram os únicos animais que ali andavam."

No início do século XX, alguns bichos de cerâmica de Bordalo Pinheiro já habitavam o Jardim da Estrela, em Lisboa, mas entretanto desapareceram. Elsa Rebelo, ceramista de 39 anos, foi quem recuperou os moldes gigantes das peças da cave da Fábrica de Faianças, nas Caldas das Rainha. "Mostrei-os à Joana Vasconcelos e ela ficou maravilhada com aquele património", conta a directora do ateliê artístico da Fábrica de Faianças.

Numa altura em que a fábrica de loiças criada por Bordalo Pinheiro em 1884 estava na iminência de fechar, Catarina Portas lembrou-se de criar uma "garden party" com as peças do artista, caricaturista e jornalista. "Foi salvar duas capelas", diz Joana Vasconcelos, "pegámos no jardim do Museu da Cidade, que precisava de uma vida nova, e salvámos a obra de Rafael".

A Câmara de Lisboa ficou entusiasmada com o projecto e Elsa Rebelo pôs mãos à obra. "Foi um esforço enorme porque os moldes estavam em muito mau estado e com partes em falta", explica. "Quando falamos num molde de uma peça, pode ser um conjunto de 40 moldes com muitas partes inexistentes."

A vespa gigante é o animal preferido de Elsa, mas também um dos que deu mais trabalho. "Depois de irem ao forno, algumas peças podem demorar mais de um mês a secar", conta.

Joana Vasconcelos concebeu a instalação dos animais no jardim: "Enfrentámos o mau tempo do princípio do Inverno e houve alguns atrasos", confessa a artista. Hoje está pronto a ser descoberto e não seria improvável ver um coelho branco de relógio na mão a correr entre os cogumelos de cerâmica.
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Jardim Bordalo Pinheiro. Museu da Cidade, Campo Grande, 245, Lisboa. Terça a domingo das 10h às 18h. Entrada gratuita
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Fotogaleria
Antes do projecto de Joana Vasconcelos, o jardim estava abandonado
 e as fontes do século XVIII nunca tinham funcionado

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Faianças Artísticas Bordalo Pinheiro (Caldas da Rainha)

* Francisco Gomes (texto)
* Carlos Barroso (fotos)


Clicar nas imagens para aumentar
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in Correio da Manhã - 2009.01.19
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Gravura - Zé Povinho por Rafael Bordalo Pinheiro
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sexta-feira, 25 de abril de 2008

Abril em Maio após Novembro (1)

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O Sonho ...
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Fotografia de autor não identificado
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João Abel Manta - Cartoon
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Van Gogh - A Sesta

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Álvaro Cunhal - Desenhos da Prisão
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Pieter Brueghel, o Velho - Festa de Noivado -
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Paula Rego - Crianças voando
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... e a Realidade ou da Primavera ao Inferno !
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Rafael Bordalo Pinheiro - Zé Povinho
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Van Gogh - Comedores de batatas

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Álvaro Cunhal - Desenhos da Prisão

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Cartoon de autor não identificado
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Fotografia de autor não identificado
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Desenho de autor não identificado
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Cartoon de Carlos Marques
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Cartoon de Zé Oliveira
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O Quarto Estado (em idioma italiano|italiano]] Il Quarto Stato) é uma obra de Giuseppe Pellizza dá Volpedo realizada no ano 1901
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ideia da sequência e selecção - Victor Nogueira
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