Discurso de Lula da Silva (excerto)

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segunda-feira, 14 de março de 2011

O poder da internet: fatos x versões - Venício Lima





DEBATE ABERTO

Embora seja mais fácil e simpático estabelecer, sem mais, uma relação de causalidade direta entre as novas TICs e a derrubada, por exemplo, do velho ditador egípcio, talvez seja prudente não precipitar conclusões.

Os últimos acontecimentos políticos no norte da África constituem ocasião singular para observação do papel da mídia no mundo contemporâneo. Da nova e da velha mídia.
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Embora seja mais fácil e simpático estabelecer, sem mais, uma relação de causalidade direta entre as novas TICs e a derrubada, por exemplo, do velho ditador egípcio, talvez seja prudente não precipitar conclusões.
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A palavra do especialista
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Quando esteve no Brasil, a convite do Centro Ruth Cardoso, aquele que muitos consideram a maior autoridade mundial da chamada “sociedade-rede”, Manuel Castells, em entrevista à Folha de São Paulo conduzida dentro do controvertido enquadramento de “decepção com o papel da internet no processo eleitoral brasileiro”, declarou às vésperas do primeiro turno das eleições de 2010:
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“O Brasil segue uma dinâmica assistencialista em que da política se esperam subsídios e favores, mais do que políticas. A situação econômica do país melhorou consideravelmente. (...) A renovação do sistema político exige que as pessoas queiram uma mudança, e isso normalmente ocorre quando existem crises. A internet serve para amplificar e articular os movimentos autônomos da sociedade. Ora, se essa sociedade não quer mudar, a internet servirá para que não mude” [grifo meu; cf. http://www1.folha.uol.com.br/poder/801906-se-um-pais-nao-quer-mudar-nao-e-a-internet-que-ira-muda-lo-diz-sociologo-espanhol.shtml].
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Recentemente, diante das manifestações populares na Tunísia e no Egypto, perguntado se estava surpreso pela mobilização social, Castells respondeu:
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“Na verdade não. No meu livro ‘Comunicação e Poder’, dediquei muitas paginas para explicar, a partir de uma base empírica, como a transformação das tecnologias de comunicação cria novas possibilidades para a auto-organização e a auto-mobilização da sociedade, superando as barreiras da censura e repressão impostas pelo Estado. Claro que não depende apenas da tecnologia. A internet é uma condição necessária, mas não suficiente. As raízes da rebelião estão na exploração, opressão e humilhação. Entretanto, a possibilidade de rebelar-se sem ser esmagado de imediato dependeu da densidade e rapidez da mobilização e isto relaciona se com a capacidade criada pelas tecnologias do que chamei de “auto-comunicação de massas” [grifo meu; cf. http://www.outraspalavras.net/2011/03/01/castells-sobre-internet-e-insurreicao-e-so-o-comeco/ ].
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Embora se referindo a situações radicalmente distintas, Castells indica que as TICs – redes sociais, celulares e outros – não causam os movimentos sociais mas funcionam como “condição necessária” para a ampliação e articulação deles. E, por óbvio, é necessário que as TICs estejam suficientemente (?) difundidas na sociedade em questão, seja ela o Brasil ou a Tunísia.
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A velha mídia
Por outro lado, comentando depoimento da Secretaria de Estado Hillary Clinton no Comitê de Política Externa do Senado dos Estados Unidos, no dia 2 de março, no qual ela afirmou que os EUA estavam perdendo a “guerra da informação” (sic) para a rede Al Jazeera, o jornalista político escocês-estadunidense Alexander Cockburn, um dos editores do jornal CounterPunch, lembrou:
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“(...) há uma florescente pequena indústria da internet que afirma que a derrubada de Mubarak ocorreu por cortesia do comando Twitter-Facebook dos EUA. O New York Times publicou numerosos artigos sobre o papel do Twitter e do Facebook enquanto ignora ou vilipendia ao mesmo tempo Julian Assange e Wikileaks. Por certo, em qualquer discussão sobre o papel da internet na convocação dos levantes no Oriente Médio, deveria se dar o maior crédito ao Wikileaks. Mas Wikileaks, junto com Twitter e Facebook, tornam-se quase insignificantes em comparação com o papel exercido pela Al Jazeera. Milhões de árabes não podem tuitar e não estão familiarizados com o Facebook. Mas a maioria vê televisão, o que significa que todos assistem à Al Jazeera, a qual detonou o “artefato explosivo improvisado” que estourou sob a Autoridade Palestina, a saber, o conjunto de documentos conhecidos como Palestine Papers” [cf. http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17511 ].
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Para Hillary e para Cockburn a “guerra da informação” continua sendo travada e disputada, de fato, no território da velha televisão.
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Ainda Gramsci
Todas essas considerações são apenas para repetir a cautela que tenho reiterado em relação às interpretações que atribuem, sem mais, poderes mágicos e revolucionários às novas TICs.
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Nos “Cadernos de Cárcere” quando Antonio Gramsci (1891-1937) comenta sobre a "crise de autoridade" (Selections of the Prison Notebooks; International Publishers, New York, 1971; págs. 275-276), embora, por óbvio, as circunstâncias fossem outras e seja necessária uma pequena adaptação no texto, penso que se aplica ao nosso momento histórico a idéia de que "o velho está morrendo e o novo apenas acaba de nascer. Nesse interregno, uma grande variedade de sintomas mórbidos aparece" (a frase original correta é: "A crise consiste precisamente no fato de que o velho está morrendo e o novo ainda não pode nascer. Nesse interregno, uma grande variedade de sintomas mórbidos aparece").
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Um pouco de cautela talvez não nos leve a conclusões precipitadas sobre o real poder das novas TICs. E, mais importante, evite erros graves na avaliação e na formulação de políticas públicas para as comunicações.
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Venício A. de Lima é professor titular de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado) e autor, dentre outros, de Liberdade de Expressão vs. Liberdade de Imprensa – Direito à Comunicação e Democracia, Publisher, 2010.
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http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4988
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domingo, 19 de dezembro de 2010

A revolução das comunicações no século 21

Mídia

Vermelho - 18 de Dezembro de 2010 - 11h19

Todas as sociedades, todas as épocas, todas as décadas se orgulham de ter dado abrigo a alguma crise, termo que pode ser a outra face de uma revolução. Qual é, portanto, a grande crise revolucionária do século 21?

Por Miguel Ángel Bastenier


Será a chegada de um político negro à Casa Branca? O desencadeamento do terrorismo internacional, cujo estandarte diz ser a Al Qaeda? O começo do declínio do império americano, derrotado ou a caminho disso em duas guerras na Ásia Central? A emergência da China como potência global? A invenção de um socialismo chamado exatamente "do século 21" na Venezuela? A progressiva instalação do fator indígena na política da América Latina? O paulatino naufrágio do Titanic europeu, na debacle do capitalismo financeiro?

Embora todas as comoções anteriores apresentem sérios méritos para merecer tão alta consideração, não competem com uma de maior categoria porque é transversal e afeta a cada uma delas. É a revolução das comunicações, com seu epifenômeno de crise nos meios informativos já clássicos ou convencionais. Dir-se-á que essa revolução começou nos anos 90, mas seus efeitos mais deletérios só chegaram à Europa com toda a sua crueza nesta primeira década do século 21, e o Wikileaks é apenas um subproduto da mesma.

Pela primeira vez na história, e de forma especialmente maciça neste século, o cidadão pode se comunicar instantaneamente por áudio, imagem e texto ao mesmo tempo, com qualquer outro cidadão, de um extremo a outro do globo. Embora haja zonas do planeta menos beneficiadas, o mundo, para efeitos de comunicação, já é um só. E isso significa que os que haviam sido até data recente gestores exclusivos da informação - não só nos jornais impressos, mas hoje também nas fórmulas digitais - têm de enfrentar uma nova concorrência: a informação - a qual certamente seria melhor chamar apenas comunicação - que é livre de circular porta a porta, de consumidor a consumidor, ou fazendo que se confundam em uma só figura o produtor e o consumidor.

E se é verdade que a utilização do meio digital aumenta a ponto de nunca se ter consumido tanta informação como hoje, tudo indica que essa versão pessoa a pessoa cresce tão rapidamente ou mais que a oferecida pelas organizações, também digitais, que se dedicam profissionalmente à distribuição de conteúdos. É esta uma revolução da qual apenas vislumbramos as consequências e que obriga a se perguntar: qual será a natureza da informação, a quê chamaremos de jornalismo e jornalistas em um futuro provavelmente não muito distante?

A campanha do presidente americano Barack Obama não teria sido a mesma sem o concurso de um exército de jovens medianamente revoltados que reuniram partidários, transmitiram slogans, organizaram equipes para que ganhasse o autor do "Yes, we can"; e a contraofensiva ultra do movimento do Tea Party se organizou e difundiu inicialmente também no meio eletromagnético; se nos anos 60 o transistor se transformou no meio natural de comunicação de movimentos revolucionários do Terceiro Mundo, como a FLN na Argélia, nos 2000 a última Intifada palestina utilizava a rede para coordenar a resistência ao ocupante, e é também nesse meio que debatem os defensores de um islamismo moderado e os corifeus de Osama bin Laden, que, caso exista, consegue a ubiquidade perfeita graças à rede; e até a própria China define em parte sua revelação como potência mundial em uma homenagem involuntária à Internet, tentando controlar o funcionamento das mensagens globalizadas em seu espaço elétrico.

Se o jornalismo de papel ou digital só pode ser já de investigação, ou capaz de desenvolver uma "agenda própria", a grande exclusiva é obtida, no entanto, por alguns hackers por suas habilidades tecnológicas. Com esse material, cinco grandes jornais - entre eles este - hão de realizar, é claro, um esmerado e prolixo trabalho de desobstrução e refinamento, mas o decisivo foi a capacidade de arrancar os segredos da rede.

O grande jornalista investigativo americano I. F. Stone - morto em 1989 - escreveu há quase meio século o comentário mais apto ao caos de reações interessadas nos vazamentos do Wikileaks: "Suprimir a verdade em nome da segurança nacional é a forma mais segura de solapar o que pretendemos que seja nosso objetivo". O ataque à falta de transparência do poder é o arremate de uma revolução.

Fonte: El Pais
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  • Revoluções das novíssimas tecnologias digitais e a inclusão social de milhões de pessoas

    18/12/2010 17h41
    Tão revolucionário quanto as novíssimas tecnologias digitais de comunicação – principalmente internet e telefonia celular, na qual a convergência de mídias como o videofone é um bom exemplo, tão revolucionário quanto isso, que gera crises e oportunidades, é o rápido processo de inclusão social de milhões de pessoas ora em curso em países como Brasil e China. Dos outros países que formam o BRIC, Rússia e Índia, tenho poucas notícias sobre esse processo de incorporar ao mercado populações antes marginalizadas pelas muitas injustiças do capital ... Na Índia a mobilidade social, devido ao sistema de castas, é muito mais difícil do que em sociedade de classes ... Assim, lá, a inclusão social de multidões passa por inovador programa de empreendedorismo e micro-crédito para população de baixa renda. Inovações em várias partes do mundo ocorrem também na polêmica área de alimentos produzidos com ajuda da biotecnologia; na agricultura familiar; e na crescente produção de alimentos orgânicos.
    Jóis Alberto
    Natal - RN
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quinta-feira, 15 de julho de 2010

To Know Him Is To Love Him - The Teddy Bears & Amy Winehouse


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danylicious0 | 22 de Maio de 2008
For my Angloamericana Class
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Assunto: Bom dia!
Data: 15/Jul 5:10
Beijos mil da Judite
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To Know Him Is To Love Him Lyrics
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To know know know her
Is to love love love her
Just to see her smile
Makes my life worthwhile

Yes, just to know know know her
Is to love love love her
And I do
(And I do and I)
And I do
(And I do and I)
And I do
(And I do and I da da da, da da da)

I'll be good to her
I'll make love to her
Everyone says there'll come a day
When I'll walk alongside of her

Yes, just to know know know her
Is to love love love her
And I do
(And I do and I)
And I do
(And I do and I)
(And I do and I, and I do and I)

Why can't she see?
How blind can she be?
Someday she'll see
That she was meant just for me, oh oh yeah

To know know know her
Is to love love love her
Just to see her smile
Makes my life worthwhile

Yes, just to know know know her
Is to love love love her
And I do
(And I do and I, and I do and I)
(And I do and I, and I do and I)

Why can't she see?
How blind can she be?
Someday she'll see
That she was meant just for me, oh oh yeah

To know know know her
Is to love love love her
Just to see her smile
Makes my life worthwhile

Yes, just to know know know her
Is to love love love her
And I do
(And I do and I)
And I do, and I do, and I do
(And I do and I do)

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http://www.uulyrics.com/music/amy-winehouse/song-to-know-him-is-to-love-him/
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To Know Him Is to Love Him

From Wikipedia, the free encyclopedia

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"To Know Him Is to Love Him"
Single by The Teddy Bears
Released August 1958
Recorded 1958
Genre Pop
Label Dore
Writer(s) Phil Spector
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"To Know Him Is to Love Him" is a song written by Phil Spector, inspired by words on his father's tombstone. It was first recorded by his first vocal group, the only one of which he was a member, the Teddy Bears. Their recording went to number one on the Billboard Hot 100 singles chart in 1958. The Beatles recorded it as "To Know Her Is to Love Her", although their version wasn't officially released until their 1994 Live at the BBC compilation album. Marc Bolan and Gloria Jones, Peter and Gordon, and Bobby Vinton made versions called "To Know You Is to Love You". In 1987, the song was resurrected by Dolly Parton, Linda Ronstadt and Emmylou Harris, whose Trio recording topped the U.S. country singles charts. The song is in 6/8 time.

Contents

 

Chart positions

Chart (1958)↓ Peak
position↓
U.S. Billboard Hot 100 1
Preceded by
"Tom Dooley"
by The Kingston Trio
Billboard Hot 100 number-one single (Teddy Bears version)
December 1, 1958 - December 21, 1958 (3 weeks)
Succeeded by
"The Chipmunk Song (Christmas Don't Be Late)"
by David Seville and The Chipmunks

Jody Miller version

In 1972, Jody Miller took a version to #18 on the Billboard country charts.

Dolly Parton, Linda Ronstadt and Emmylou Harris version

"To Know Him Is to Love Him"
Single by Dolly Parton, Linda Ronstadt and Emmylou Harris
from the album Trio
Released 1987
Genre Country
Length 3:48
Label Warner Bros.
Writer(s) Phil Spector
Producer George Massenburg
Dolly Parton singles chronology
"We Had It All"
(1986)
"To Know Him Is to Love Him"
(1987)
"Telling Me Lies"
(1987)
Linda Ronstadt singles chronology
"I Knew You When"
(1983)
"To Know Him Is to Love Him"
(1987)
"Telling Me Lies"
(1987)
Emmylou Harris singles chronology
"Today I Started Loving You Again"
(1986)
"To Know Him Is to Love Him"
(1987)
"Telling Me Lies"
(1987)

In 1987, Dolly Parton, Emmylou Harris and Linda Ronstadt covered the song, including it on their Trio album, and releasing it as the album's first single. Their version reached number one on the U.S. Hot Country Songs chart in May 1987.

Chart positions

Chart (1987)↓ Peak
position↓
U.S. Billboard Hot Country Singles 1
Canadian RPM Country Tracks 1
Preceded by
"The Moon Is Still Over Her Shoulder"
by Michael Johnson
Billboard Hot Country Singles
number-one single

May 16, 1987
Succeeded by
"Can't Stop My Heart From Loving You"
by The O'Kanes
Preceded by
"Don't Go to Strangers"
by T. Graham Brown
RPM Country Tracks
number-one single

May 16-May 23, 1987

Other versions

"To Know Him Is to Love Him"
Single by Bobby Vinton
from the album Vinton
Released 1969
Genre Pop
Label Epic
Writer(s) Phil Spector
Bobby Vinton singles chronology
I Love How You Love Me
(1968)
To Know You Is to Love You
(1969)
The Days of Sand and Shovels
(1969)
"To Know Him Is to Love Him"
Single by Amy Winehouse
from the album Back to Black (Deluxe Edition Bonus Disc)
Released 2007
Genre Soul
Length 2:25
Label Island
Writer(s) Phil Spector
John Lennon recorded his own version of the song in 1973 ("To Know Her Is to Love Her"), but it would not see release until the 1986 compilation Menlove Ave. In 2007, Amy Winehouse recorded the song acoustically for a B-side of "You Know I'm No Good" for Napster. A version by Winehouse also appeared on the 2007 compilation album, The Saturday Sessions: The Dermot O'Leary Show. In the same year, the song was recorded as a duet by Jill Johnson and Lisa Miskovsky.

External links

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Little Big Man - Arthur Penn

Imagens de o pequeno grande homem"

 

 

Little Big Man

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Little Big Man
O pequeno grande homem (PT)
Pequeno grande homem (BR)
 Estados Unidos
1970 •  cor •  139 min 
Produção
Direção Arthur Penn
Roteiro Calder Willingham (roteiro)
Thomas Berger (novela)
Elenco Dustin Hoffman
Faye Dunaway
Martin Balsam
Género Western
Idioma original inglês

IMDb: (inglês) (português)
Projeto CinemaPortal Cinema
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Little Big Man (br: Pequeno grande homem / pt: O pequeno grande homem) é um filme estadunidense de 1970, do gênero western, dirigido por Arthur Penn.
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Narrado pelo centenário protagonista em tom de comédia picaresca mas com muitos momentos dramáticos, o filme traça um painel revisionista do Velho Oeste, mostrando respeitosamente a cultura ameríndia dos cheyenne, e inova ao mostrar um índio homossexual, o personagem Little Horse, além de trazer novas versões de personagens históricos como o General Custer e Wild Bill Hickok.
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O roteiro é baseado em uma novela de 1964, de Thomas Berger. Existiu de fato um nativo estadunidense conhecido por Little Big Man, que se envolveu na captura e possível assassinato do chefe lakota Crazy Horse (Cavalo Louco).

Índice

 

Sinopse

O filme é a história da infância até a idade adulta do centenário Jack Crabb (Hoffman, numa máscara de latex que lhe dá a aparência de um velho de 121 anos de idade), que inclui passagens como pistoleiro, pioneiro, vendedor, guia do General George Custer, testemunha e sobrevivente da Batalha de Little Bighorn, e companheiro de Wild Bill Hickok.
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O tema central do filme é a adaptação de Crabb ao modo de vida Cheyenne, necessário depois que ele e sua irmã foram resgatados pelos índios quando sua família foi morta por guerreiros Pawnee. Crabb cresce na tribo do Chefe Old Lodge Skins e aprende a linguagem Cheyenne. Crabb, apesar da baixa estatura, se mostra um bravo guerreiro. Devido a isso os índios o começam a chamar de "Little Big Man" (Pequeno Grande Homem). Ele salva o índio Younger Bear, que se sente desonrado com isso e se torna seu inimigo. Crabb batalha contra os homens brancos e é capturado. Como é também um homem branco, ele é posto sob os cuidados do Reverendo Pendrake e sua sensual esposa Louise, para que volte a ser civilizado.
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Jack se desilude com Louise e se torna um vendedor viajante. Reencontra a irmã Caroline, agora uma mulher masculinizada que despreza os homens. Ela o convence a se tornar um pístoleiro, Sody Pop Kid. Jack como Kid se torna um protegido de Wild Bill Hickok. Mas com a morte do lendário amigo, Jack desiste das armas e deixa Caroline. Jack abre um armazém e se casa com uma sueca infiel chamada Olga. O negócio não dá certo e Jack fecha o armazém. Nesse interim, Jack vê o imponente General Custer, que aconselha a todos irem para o Oeste. Jack, que andava tentando o suicídio, acha uma boa idéia.
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No caminho de volta ele reencontra seus antigos companheiros de tribo (que não o reconhecem e quase o escalpelam) e o chefe Old Lodge Skins. O chefe está cego e o lider agora é Younger Bear. Jack volta para os brancos e se junta a cavalaria do General Custer, onde acaba descobrindo que o imponente general está mais para lunático do que para herói.

 Elenco

  • Dustin Hoffman .... Jack Crabb / Little Big Man
  • Faye Dunaway .... Louise
  • Jeff Corey .... Wild Bill Hickok
  • Richard Mulligan .... George Armstrong Custer
  • Cal Bellini .... Younger Bear
  • Robert Little Star .... Little Horse
  • Chefe Dan George .... Old Lodge Skins
  • Carole Androsky .... Caroline
  • Kelly Jean Peters .... Olga
Crystal video.png A Wikipédia possui o:



Portal Cinema

 Principais prêmios e indicações

Oscar 1971 (EUA)
  • Indicado na categoria de melhor ator coadjuvante (Chefe Dan George).

BAFTA 1972 (Reino Unido)
  • Indicado na categoria de melhor ator (Dustin Hoffman).
  • Indicado ao prêmio Anthony Asquith para filme musical.

Globo de Ouro 1971 (EUA)
  • Indicado na categoria de melhor ator coadjuvante (Chefe Dan George).

Prêmio NYFCC 1970 (EUA)
  • Venceu na categoria de melhor ator coadjuvante (Chefe Dan George).

Ligações externas

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