Discurso de Lula da Silva (excerto)

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domingo, 21 de março de 2010

Escavações Arqueológicas em Lisboa


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Sé de Lisboa onde fora a antiga Mesquita Árabe - ruínas islâmicas e romanas no claustro
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Lisboa debaixo de terra O Teatro Romano

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BUZICOman

Galerias Romanas de Lisboa

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Camille Saint-Saëns - Carnival of the animals, Fossils
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sexta-feira, 19 de março de 2010

Ruínas da cidade romana de Conimbriga

Conímbriga
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
40º 05' 58" N 8º 29' 36" O
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Conímbriga, Portugal.Conímbriga localiza-se na freguesia de Condeixa-a-Velha, concelho de Condeixa-a-Nova, distrito de Coimbra, em Portugal.
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Trata-se de um vasto sítio arqueológico, que à época da Invasão romana da Península Ibérica constituiu-se na principal cidade do Conventus Scallabitanus, província romana da Lusitânia. É a estação arqueológica romana mais bem estudada no país.
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AnteroCampeao



Conimbriga - Ruinas Romanas
Conimbriga - Roman Ruins
Conimbriga - Römische Ruinen
Conimbriga -ローマの遺跡
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youtorga

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Autores: Altino Pinto, Carlos Constantino, Igor Pinto, Ricardo Almeida, Sílvia Oliveira, Tiago Baptista.
Produção e Realização Audiovisual II (docente: Dr. Luís Miguel Pato)
Instituto Superior Miguel Torga, Coimbra, 2007 (www.ismt.pt)
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OlgaThunder

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Uma visita às ruínas de Conímbriga.
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vestigios de cidade romana
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Conimbriga - Ruínas, Museu monográfico

O Museu Monográfico de Conimbriga tutela as ruínas da cidade romana. Localização e horário, visita virtual às ruínas, notícias e loja
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Conímbriga - Wikipédia, a enciclopédia livre

Conímbriga é uma das maiores povoações romanas de que há vestígios em Portugal. ... Conímbriga localizava-se na via que ia de Olisipo (actual Lisboa) a

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Visita Virtual às Ruinas de Conimbriga

At Conimbriga is one of the largest houses discovered in western Roman empire. ... Conimbriga teria a sua fundação na época dos Túrdulos. ...
www.360portugal.com/Distritos.../Conimbriga/
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This is the largest and most extensively excavated Roman site in Portugal, was on the Roman road between Lisbon (Olisipo) and Braga (Bracara Augusta). There is evidence of Roman habitation as early as the 2nd century BC, but it was under Augustus, from about 25 BC, that Conimbriga became a substantial town : baths, a forum and the aqueduct have been uncovered from this era. The finest buildings, however, date from the 2nd and 3rd centuries AD, and they provide a vivid image of a prosperous city. At Conimbriga is one of the largest houses discovered in western Roman empire. This opulent villa, known as the Casa de Cantaber, is built around ornamental pools in superb colonnaded gardens, with it´s own bath complex and a sophisticated floor heating system. A set of ducts did the heat transport below the massive floor. Some of the fine mosaics in the museum probably came from this huge residence. You have two views of the Casa das Fontes, dating from the first half of the 2nd century. At the Flavian Forum you have a 3D reconstruction of it based on the J.C.Golin (C.N.R.S.) drawings, mixed with the existent 360 degree panorama.
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The Cantaber House, has also a reconstruction in 3D.
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Visita Virtual às Ruinas de Conimbriga
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A maior cidade romana encontrada em Portugal. Conimbriga teria a sua fundação na época dos Túrdulos. Com o assassinato de Viriato, os Romanos instalados a norte do Tejo comandados Júnio Bruto foram subindo para norte, e aqui criaram esta cidade por volta de 138 a.C.Mas foi na época de Augusto que esta cidade teve os seus primeiros edificios públicos monumentais, como o Forum, e uma renovação profunda no traçado da cidade. Depois vieram as Termas, e mais tarde a arquitectura doméstica e as villas. Na década de 79-80d.C. houve a substituição do Forum e das Termas por outras de maior grandeza. As primeiras invasões barbaras, dão-se em 260, sendo então construida a muralha.

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http://www.360portugal.com/Distritos.QTVR/Coimbra.VR/Conimbriga/
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domingo, 14 de março de 2010

Ruínas de Tróia - Península de Tróia no Estuário do Rio Sado


Desconhece-se a origem do nome Tróia. Na época romana, Tróia era uma ilha do delta do Sado, denominada de Ilha de Acála (conforme o refere Avieno). As primeiras referências às ruínas romanas de Tróia remontam a 1516 quando Gaspar Barreiros refere as “…salgadeiras em que se curava o peixe…”.
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Em 1622, João Baptista Lavanha, refere o local “…onde ainda se vêm os vestígios de tanques em que se salgaram os atuns, e outros pescados, aparecem ruínas de outros edifícios de aquela cidade e delas se tiraram estátuas, colunas e muitas inscripções….” 
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Ainda no terceiro quartel do século XVIII, tiveram lugar as primeiras escavações arqueológicas por iniciativa de futura rainha D. Maria I. Nessa ocasião foram postas a descoberto as casas da chamada Rua da Princesa.
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Em 1850 a Sociedade Arqueológica Lusitana promoveu novas escavações arqueológicas que incidiram na zona residencial da Rua da Princesa.
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No início do século XIX, Inácio Marques da Costa, conduziu trabalhos arqueológicos que levaram à descoberta de estruturas fabris e, sobretudo, de carácter religioso, como o batistério, de que não restam vestígios. Este arqueólogo deixou-nos pormenorizadas descrições e desenhos de todo o conjunto.
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O complexo industrial de Tróia terá começado a funcionar ainda na época da dinastia dos Júlios-Cláudios e o seu abandono ocorreu cerca do século VI d.C., quando o fim do império levou ao declínio das rotas comerciais e dos mercados consumidores.
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A evolução da ocupação de Tróia está ligada à própria história política do Império Romano.
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Acesso: Via Setúbal, por barco, ou por Est. via Alcácer, Grândola ou Santiago do Cacém.
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Protecção:

MN, Dec. 16-06-1910, DG 136 de 23 Junho 1910, ZEP, DG 155 de 02 Julho 1968. 
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Enquadramento:

Rural, borda d'água. Na parte N. da península de Tróia do lado do estuário, na margem esquerda do Rio Sado, numa restinga delimitando pelo E. um pequeno esteiro em forma de fenda, a Lagoa. 
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Descrição:  
As ruínas do agregado populacional compreendem uma área habitacional, um balneário, 4 zonas de enterramento, um núcleo religioso, além de vários núcleos industriais. Ruínas de edifícios de habitação, de r/c. e r/c. e 1º andar, formando quarteirões separados por ruelas, algumas luxuosas com mosaicos em "opus vermiculatum", estuques com pintura a fresco; balneário - com vestíbulo, "frigidarium", "tepidarium" e "caldarium" sobre "hipocaustum", piscinas e sala de ginástica; vestígios de mosaicos em "opus vermiculatum" numa das piscinas; necrópoles de tipologia diversa: sepulturas sobrepostas numa altura de 7 m (margem da Caldeira), sepultura de incineração de Galla, mausoléu de planta quadrada com nichos abertos nas paredes, para guardar urnas cinerárias, sepulturas de superestrutura quadrangular (junto à basílica); basílica paleo-cristã - com 2 partes distintas: a nave (22,5 x 13 m.), com vestígios de 8 bases de colunas e de arranques de arcadas transversais, a ábside, a O., com pavimento mais elevado, paredes estucadas e pintadas a fresco, com marmoreados, elementos geométricos e emblemáticos; cetárias - grande número de tanques de salga rectangulares e quadrangulares, contíguos, forrados em "opus signinum" e sem comunicação, com poços de boca circular nas proximidades, para fornecer àgua para a salmoura.  

     
Utilização Inicial:   

Residencial, industrial 
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Época de Construção:

Séc. 1 / 6 
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Cronologia:

Séc. 1 - início da ocupação, que se prolongou até inícios do séc. 6, por povo luso-romano cuja principal actividade era a pesca, o fabrico e a exportação de conservas de peixe. A submersão de parte da povoação terá sido motivada por um fenómeno de transgressão marinha (fenómeno inicial de afundamento seguido de levantamento já com sedimentos), associado a vagas sísmicas e à acção erosiva do Sado (SILVA, 1966). 
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Tipologia:

Romano, paleo-cristão. Aglomerado construído em função da actividade conserveira, com inúmeros vestígios de cetárias, além do equipamento urbano característico dos povoados luso-romanos: habitações, termas, necrópole, columbário, basílica de 4 naves, com frescos de inspiração paleo-cristã, que se aproximam de outros em igrejas asturianas (ALMEIDA, 1971).
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Características Particulares:
O columbário (sepultura familiar) é um exemplar raro em território português. Junto à basílica existia uma construção circular, a N. da actual capela, provavelmente um baptistério, entretanto desaparecido, descrito por Marques da Costa (1933), que ainda viu um "crismon" pintado nas paredes da basílica, por ele interpretada apenas como uma capela sepulcral. 
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Bibliografia:

APOLLINARIO, Maximiano, Estudos sobre Tróia de Setúbal, in O Arqueólogo Português, vol. 3, Lisboa, 1897; COSTA, A. Marques da, Estudos sobre algumas estações da época luso-romana nos arredores de Setúbal, in O Arqueólogo Português, vol. 26, Lisboa, 1924, vol. 27, Lisboa, 1929; vol. 29, Lisboa, 1933; SILVA, Carlos Tavares da, CABRITA, Mateus Gonçalves, O problema da destruição da povoação romana de Tróia de Setúbal, in Revista de Guimarães, vol. 76, Guimarães, 1966; ALMEIDA, Fernando de, MATOS, José Luís de, Frescos da Capela Visigótica de Tróia, Setúbal", in Actas do 2º Congresso Nacional de Arqueologia, vol. 2, Coimbra, 1971; ALARCÃO, Jorge, Portugal romano, Lisboa, 1974; SOARES, Joaquina, Estação romana de Tróia, Grândola, 1980; ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de, Arte paleo-cristã da época das invasões, in História da Arte, vol. 2, Lisboa, 1986. 
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Intervenção Realizada:

Séc. 18, 2ª metade - escavações patrocinadas por D. Maria I; 1850 - a Sociedade Arqueológica Lusitana procede a explorações em casas de habitação; 1924 / 1933 - escavações dirigidas por Marques da Costa; 1948 / 1955 - Dr. Leite de Vasconcelos; 1963 - início dos trabalhos arqueológicos dirigidos pelo Prof. Manuel Heleno e Dr. D. Fernando de Almeida; 1976 - assentamento de uma estrutura metálica para defender os frescos da capela paleo-cristã.
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As Ruínas de Tróia
por António Cavaleiro Paixão 
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CONJUNTO FABRIL DE CONSERVA DE PEIXE

A estação arqueológica de Tróia constitui um dos mais interessantes conjuntos fabris de conserva de peixe do Império Romano. Construído nos inícios do séc. I d.C., manteve-se em plena actividade até, praticamente, ao séc. IV d.C., momento a partir do qual entra num período de irreversível decadência. Estendendo-se outrora por uma faixa de quase 2 Km, este complexo conserveiro mantém ainda uma apreciável densidade de construções, testemunho da intensa actividade industrial e comercial que nele se desenrolava. A origem do nome "Tróia" ainda hoje permanece um mistério. A primeira referência a este topónimo, de que há notícia, data do séc. XVI, e poderá dever-se, tão-somente, à circunstância dos espíritos cultos da época se sentirem tentados a assemelhar estas ruínas à Tróia homérica, aliás, de latitude, cronologia e natureza bem diversas.
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INDÚSTRIA E COMÉRCIO

Tróia não foi um ponto isolado no Ocidente europeu. Na verdade, este centro conserveiro fazia parte de uma complexa cadeia comercial que, centrada no Mar Mediterrâneo, o "Mare Nostrum" dos Romanos, garantiu o fornecimento de produtos do mar a todos os grandes núcleos populacionais do Império, incluindo a própria cidade de Roma. Os tanques de salga, de formato triangular e de diferentes tamanhos, agrupados em núcleos independentes separados por muros de alvenaria, destinavam-se a conter o peixe e os ariscos obtidos no rio ou trazidos do alto mar. Aí eram lavados, separados segundo as espécies, e salgados. As vísceras, devidamente seleccionadas, a que eram adicionadas ervas aromáticas de diferente natureza, sofriam um tratamento de maceração e fermentação, delas se obtendo o "garum", espécie de pasta ou molho que servia para condimentar os alimentos. Acondicionado em ânforas ou em vasilhas de menores dimensões, era exportado para diversas partes do mundo romano, onde era altamente apreciado, chegando, por vezes, a atingir preços exorbitantes.
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OUTROS ASPECTOS DO COMPLEXO ARQUEOLÓGICO

Para além dos tanques de salga, revestidos de "opus signinum", de que foram, até hoje, descobertos para cima de cinquenta, é de assinalar a existência de uma área habitacional, de um balneário, de três zonas de enterramento, e de um núcleo religioso. A concorrência destes testemunhos de diferente natureza, numa zona praticamente isolada, cuja via de acesso principal seria a marítima ou fluvial, é, já por si suficientemente elucidativa da importância que este centro adquiriu na Antiguidade. Embora dependendo do exterior para a obtenção de vasilhame, de produtos agrícolas e pecuários, criou as estruturas suficientes para assegurar a presença no local de uma população activa responsável pela manutenção desta indústria durante um período de, pelo menos, quatro séculos.
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Basílica Paleocristã
Dos edifícios religiosos destaca-se a basílica paleocristã. De quatro naves, com forma irregular “… nas partes conservadas das suas paredes vemos pinturas a fresco que imitam mármores na mancha dos lambris. Nas partes superiores, umas mostram-nos temas geométricos , polígonos ou círculos com aves e outras imitações ilusionistas de remates de travejamento. No apoio da cobertura havia, pelo menos, algumas arcadas transversais, de que vemos alguns arranques decorados com florões saindo de taças e um cantharus que já arremeda os jarros litúrgicos do século VII. Desde o crismon, que Marques da Costa nos deu a conhecer e entretanto destruído, aos florões e aos temas geométricos, vemos toda uma gama decorativa de inspiração paleocristã que não nos parece anterior ao século VI. Algumas sepulturas do tipo mensa, muito evoluídas, cobertas por uma placa de mármore bordejada de molduras de opus signinum, sem qualquer espólio no interior, não desdizem desta datação, bem como o facto de estarmos diante de um espaço funerário implantado dentro dos limites da cidade romana. Mais tarde esta basílica recebeu uma espécie de abside quadrangular alteada, adaptando-se ao serviço religioso de então.” (Carlos Alberto Ferreira de Almeida).
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O carácter religioso do local parece ser anterior à construção da basílica. Aí foi exumado um políptico esculpido que tem sido interpretado como uma representação relacionado com o culto mitraico em que se vê os deuses sol e Mitra (…) e fragmento de um sarcófago de mármore branco…” (Carlos Tavares da Silva). O culto mitraico com origem na Pérsia, chegou ao Ocidente no decorrer do século II d.C., através das legiões romanas, implantando-se entre os grupo económicos mais abastados.
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Necrópole

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As práticas de enterramento em Tróia permitem acompanhar um período temporal que vai do século I d.C. ao século VI d.C. e analisar a evolução dessas práticas e atitudes mentais perante a morte.
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Um primeiro momento leva-nos à prática de incineração (queima dos corpos), comum a todos os povo indo-europeus e na qual se incluem os romanos e as populações indígenas da Península.
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Esta prática está representada pela sepultura de Galla (datada so século I d.C.), um monumento epigráfico que se encontra no Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal. Nestas sepultura as cinzas estavam acompanhadas por uma taça de bronze, um púcaro de cerâmica, dois ungentários em vidro, duas lucernas do século I d.C. e instrumentos de toilete e de lavores em osso. A partir do século II d.C. começou a impor-se lentamente a prática da inumação (deposição do corpo) como consequência da crescente influência das religiões oriundas da Pérsia do Mediterrâneo Oriental, como o culto Mitraico e o Cristianismo.
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Está neste caso o fragmento do sarcófago, descoberto sob a basílica paleocristã, onde está esculpida uma cena de transporte do morto em carro de bois para um espaço delimitado por uma rede e defendido por um animal feroz.
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Datado de finais do século II d.C. ou do século III d.C., o sarcófago, pela sua qualidade artística reflecte a adesão dos grupos sociais mais abastados à nova religião.
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Próprio de um período com domínio da prática da inumação é o mausoléu. Construído numa época em que o complexo industrial já estaria em regressão e portanto com fábricas abandonadas (talvez finais do século IV d.C.), o mausoléu, de planta rectangular e paredes reforçadas por contrafortes, tem o pavimento completamente preenchido por sepulturas de inumação e nichos nas paredes onde poderiam ter sido depositadas urnas.
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Nas traseiras e na frente do mausoléu, encontram-se igualmente espaços funerários. Não possuem cronologias seguras para estas zonas funerárias. É possível que tivessem sido utilizados numa época em que o complexo industrial já estava em acentuado estado de abandono. No espaço das traseiras foram utilizadas como urnas, ânforas produzidas no final do império e no espaço da frente do mausoléu utilizaram-se os próprios tanques para os enterramentos.
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Este momento ocorreu, possivelmente, no século VI, quando o complexo industrial já não funcionava, sendo Tróia habitada por pescadores que aproveitavam aquele espaço para enterrar os seus mortos.
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O carácter religioso do local manteve-se até aos nosso dias através da capela de Nossa Senhora de Tróia.

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http://www.troiaresort.com/cultura/ruinas.htm
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Estações arqueológicas romanas em Setúbal


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Alguns aspectos de duas importantes estações arqueológicas romanas de Setúbal - Portugal
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Situada nos arredores de Setúbal, na localidade do Grelhal, este troço de estrada romana com cerca de 300 metros atesta a importância que a região de Cetóbriga (Setúbal) tinha por alturas da ocupação Romana da Península, por aqui passar uma das mais importantes estradas da região.
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Fábrica romana de salga

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Fábrica Romana de Salga, Cetárias Setúbal
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A Fábrica Romana de Salga situa-se na Travessa de Frei Gaspar, no centro da cidade de Setúbal, no subsolo de um edifício onde se encontram instalados serviços da Região de Turismo da Costa Azul.
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Esta unidade industrial romana, composta por catorze cetárias, foi descoberta em 1979, aquando de obras efectuadas nesse mesmo local. Esta unidade dedicava-se à salga de peixe e pequenos crustáceos, com os quais se preparavam vários alimentos e condimentos, destacando-se o garum.
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Corresponde a um período de ocupação que vai do século I ao século V ou VI.
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A fábrica foi posteriormente abandonada, devido à decadência dos mercados romanos.

Ligações externas

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Descrições
Nota Histórico-ArtisticaAs ruínas da Fábrica Romana de Salga foram descobertas em 1979, aquando das obras de construção de um edifício situado na Travessa de Frei Gaspar, em Setúbal. Este complexo industrial destinava-se à preparação de derivados de peixe, incluindo o garum, ou pasta de peixe salgada, que na época constituía valiosa moeda de troca. Setúbal, a Cetobrica romana, era então um importante entreposto comercial, baseado em grande parte no comercio das conservas do abundante pescado do estuário do Sado. Para além da fábrica da Travessa de Frei Gaspar, conhecem-se duas outras na cidade, situadas na Rua Januário da Silva e na Praça de Bocage. A laboração destas salgadeiras implicava o desenvolvimento de indústrias auxiliares, como as olarias, os estaleiros, as manufacturas de redes de pesca, as salinas e as quintas agrícolas, dinamizando desta forma toda a região.
As escavações arqueológicas realizadas no sítio revelaram dois grandes grupos estruturais. Um primeiro conjunto de estruturas teria eventual carácter habitacional, sendo datável de meados do século I d. C., época na qual seriam construídos o peristilo e a zona do pátio. No último quartel da centúria foi edificada a fábrica de salga, que se desenvolvia em torno do pátio central já referido, numa série de estruturas das quais apenas uma parte se encontra identificada. Junto da construção existiria um forno de olaria, para fabricação das ânforas nas quais os preparados de peixe eram embalados para exportação. A fábrica foi abandonada ao longo do século IV, quando os tanques ou cetárias passaram a ser utilizados como lixeiras, mas seria recuperada no século seguinte, quando se deu a segunda fase de construção do complexo. Embora não voltasse a laborar em pleno, os tanques foram beneficiados com novos revestimentos, em opus signinum, aparelhamento habitualmente utilizado para impermeabilizar estruturas, constando de cal e cerâmica triturada. Na mesma época, um dos tanques quadrangulares de maiores dimensões foi dividido em dois, e o pátio do século I foi igualmente revestido por um segundo pavimento. É em torno deste que se organizam, e são ainda visíveis, 14 tanques quadrangulares, dispostos em duas fiadas paralelas. A fábrica seria definitivamente abandonada no século V ou VI, certamente devido à decadência dos mercados e do comércio que se seguiu à queda do Império Romano, em 476 d.C..
Sílvia Leite / DIDA / IGESPAR, I.P. / 18-09-2007
Imagens
Fábrica Romana de Salga, sob o pavimento do actual Turismo de Setúbal - Ver Imagem
Fábrica Romana de Salga - pormenor - Ver Imagem
Fábrica Romana de Salga - pormenor através do pavimento - Ver Imagem
Bibliografia
Título"Fábrica romana de salga de peixe de Cacilhas. Relatório dos trabalhos arqueológicos de 1987", Informação Arqueológica
LocalLisboa
Data1994
Autor(es)BARROS, Luís Manuel Boa Ventura de
TítuloArqueologia de Setúbal. Para o conhecimento das origens da cidade
Local-
Data1990
Autor(es)VARIA
Título"Fábrica de Salga da Época romana da Travessa de Frei Gaspar", Primeiro Encontro Nacional de Arqueologia Urbana
Local-
Data1985
Autor(es)SILVA, Carlos Tavares da, SOARES, Antónia C., SOARES, Joaquina
Título"Algumas considerações sobre as fabricas de conservas de peixe da antiguidade encontradas em Portugal"
Local-
Data1867
Autor(es)FERREIRA, Octávio da Veiga
TítuloFábrica de preparados de peixe da época romana
LocalSetúbal
Data-
Autor(es)Luís Jorge GONÇALVES
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Galeria & Photomaton: Setúbal esconde cidade romana (1)

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Setúbal Romana


Os vestígios materiais da época romana em Setúbal sitam-se, cronologicamente, entre o século I e V d.C. Predominam os vestígios da indústria de preparados de peixe, dos quais o único visível é o conjunto de Cetárias da Travessa Frei Gaspar, onde se encontra o posto de informação da Região de Turismo da Costa Azul.
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Os elementos que hoje podemos observar no Posto de Turismo, faziam parte de uma fábrica idêntica ás de Tróia. Foi utilizada entre os século I e V d.C.. Para além da fábrica da Travessa frei Gaspar, outras foram assinaladas e estudadas, na Praça do Bocage e na Rua António Januário da Silva.
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Outros elementos identificados da época romana, situam-se numa área ao longo da Rua Direita do Troino até á zona de Palhais/Fontainhas passando pelo Lg da Misericórdia e Rua Antão Girão.
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No início do século XX, foi descoberta uma necrópole nas proximidades do Miradouro. Esta necrópole, utilizada entre os séculos II e IV d.C., era de inumação.
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Os elementos conhecidos permitem afirmar que a Setúbal da época romana se estendia por uma área que abrange a cidade medieval. Na zona do Miradouro situava-se o cemitério. A área industrial estendia-se ao longo da faixa anexa á actual Avenida Luisa Todi e Praça do Bocage.
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Com o fim do Império romano e das rotas comerciais, os prepatrados de peixe de Setúbal, tal como os de Tróia e de toda a Lusitânea deixaram de ter acesso aos mercados do Mediterrâneo, entrando a cidade em declínio. Acrescenta-se ainda o facto de a cidade não oferecer condições de segurança.
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Na margem esquerda do estuário do Sado conhecem-se vestígios da industria de preparados de peixe no Creiro, Rasca, Comenda, Cachoferra, Pedra Furada e Santa Catarina.
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Indústria Romana de Transformação e conservação de Peixe em Olisipo.

Formato do ficheiro: PDF/Adobe Acrobat - Visualização rápida
1992- "Cetarias colocadas a descoberto em Cascais", Almadan, II série, 1, ..... SILVA, Carlos Tavares da, COELHO-SOARES, Antónia, 1981 - "A Praça do Bocage (
Setúbal) ... Salga da Época Romana da Travessa do Frei Gaspar (Setúbal)", ...
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Centros oleiros da Lusitania. Balanço dos conhecimentos e ...

de C FABIÃO - Citado por 7 - Artigos relacionados
romana, com cetárias) poderia sugerir a existência de uma notória continuidade na malha do povoamento e nas ...... SILVA, C. T. e COELHO-SOARES, A. (1980-1981)
: “A praça do Bocage (Setúbal) na época romana. Escavações arqueológicas de ...
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Presença Romana no Algarve e no Alentejo


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Una visita a las ruinas romanas de Milreu, en Portugal  - Algarve
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Cerro da Vila - Quarteira - Algarve


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Pertencente ao território de Ossonoba, a primitiva ocupação da villa remonta à primeira metade do século I d.C. A sua localização favoreceu o aproveitamento dos recursos marítimos e o tráfico de mercadorias, atestado pela existência de um porto.
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No século II e, particularmente, a partir do século III, a área residencial adquiriu uma expressiva dimensão. A água era um elemento sempre presente, jorrando das bicas e das estátuas para o lago do jardim, espaço central em torno do qual toda a casa se desenvolvia: uma grande sala de recepção e de refeições de Verão, os quartos, a cozinha, as áreas de serviços, que incluíam um cryptoporticum.
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Templo Romano de Évora 3D Google Earth

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Templo romano de Évora do séc.I
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Templo romano de Évora - Wikipédia, a enciclopédia livre

O templo romano de Évora está localizado na cidade de Évora, em Portugal; faz parte do centro histórico da cidade, e foi classificado como Patrimônio da Humanidade
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Carl Mendes - Salácia (Alcácer do Sal)

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Tema inspirado na cidade alentejana de Alcácer do Sal e na paisagem Alcacerense.
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Alcácer do Sal é uma cidade do Litoral Alentejano, distrito de Setúbal. Foi uma das capitais do império romano tomando então a designação de Salatia Vurbs Imperatoria que posteriormente derivou para Alcácer do Sal
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Atlas das Cidades Romanas em Portugal

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arqueologia no centro histórico de évora

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geografismos


A escavação arqueológica ocorreu ao longo do Verão de 2009, no largo Mário Chicó, junto à fachada norte da Sé de Évora.
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Por informação directa dos arqueólogos presentes confirma-se que foram encontrados inúmeros esqueletos e vestígios datados do século XVII mas, porque o lugar sempre foi densamente povoado, é provável encontrar vestígios de épocas anteriores.
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"Não é uma vala comum. A quantidade de enterramentos humanos deve-se ao uso do espaço como cemitério nas proximidades da Sé catedral sendo prática normal até ao século XIX. Tratando-se do principal cemitério antigo da cidade de Évora, em época Medieval e Moderna, é habitual a grande concentação de sepulturas da população urbana num espaço tão reduzido. A época do cemitério ainda não está definida, integrando-se na época moderna (provavelmente séc. XVI-XVII.
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A escavação continuará até atingir o substtrato geológico do lugar, pelo que se prevê descobrir fases mais antigas da ocupação da cidade de Évora (época Romana e época Medieval
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.l)" adaptado da nota informativa de Félix Teichner, empresa Arkhaios, afixada no sítio da escavação.
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Resta dizer que a escavação está integrada no Plano de Intervenções Municipais da CM de Évora, no âmbito do Programa Acrópole XXI, que vai intervencionar parte do centro histórico eborense.
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Beja - Villa romana de pisoes 1ªparte

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Beja - Villa romana de pisoes 2ªparte
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2 de Dezembro de 2008
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Documentario realizado por alunos do curso de ECM da Escola superior de educação. -Pedro Freitas -Micael Lança -Nelson Nunes -Pedro Barosa 
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"Villa" romana de Pisões/
"Villa" romana de Pisões
Local: Pisões
Foto: RT Planície Dourada

A dois passos de Beja, as ruínas de Pisões, com os seus mosaicos velhos de 20 séculos, são um dos sítios arqueológicos que atestam a ancestral tradição rural do Alentejo.
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Na "villa" de Pisões, com a sua arquitectura tipicamente romana, organizada à volta de um peristilo (pátio central com colunas), é inevitável sentir-se transportado para os primórdios da nossa era e tentar imaginar como dia a dia viviam os seus habitantes, que mãos tocaram estas paredes, que sentimentos as moveram.
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Nestas ruínas de um importante centro de exploração agrícola para o abastecimento de Pax Julia, a Beja do século I ao século IV, encontra-se visível o que se designa por "pars urbana", a zona residencial dos proprietários. A "pars rustica" e a "pars fructuaria", onde se localizavam as habitações dos trabalhadores e os celeiros e lagares ainda se encontram por desenterrar.
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Foi por acaso, na consequência de trabalhos agrícolas, que em 1967, foi descoberta a "villa". Os mosaicos - monocromáticos e policromáticos, com motivos geométricos ou naturalistas - que revestem os pavimentos das mais importantes das 40 divisões da "pars urbana" são, por si só, razão suficiente para a visita de Pisões. Fica na Herdade de Algramaça, a poucos quilómetros de Beja.
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Nas proximidades não se esqueça de visitar a barragem romana, outrora essencial para manter as belíssimas termas, com um hipocausto (estrutura subterrânea para aquecimento) extremamente bem conservado, e a espantosa piscina de comprimento olímpico.

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Foto: RT Évora
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"Villa" de São Cucufate/
"Villa" de São Cucufate
Local: Portugal
Foto: ITP

Gostaria de imaginar como viviam os romanos numa zona rural no século IV? Em Vila de Frades, concelho da Vidigueira, o sítio arqueológico de São Cucufate é o local ideal para visitar.
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Vestígios de um tanque que outrora foi piscina, termas onde ainda se distinguem diferentes zonas de água quente, fria e tépida, áreas que serviram frondosos jardins - as ruínas de S. Cucufate são testemunho da sumptuosidade de uma "villa" (centro de exploração agrícola) romana.
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O edifício principal, ladeado por dois torreões, é um belo exemplo de conservação, talvez explicada pela ocupação do local ao longo dos séculos, mesmo após o fim do Império Romano no século V. Aliás, a designação vem da Alta Idade Média quando aqui foi fundado um mosteiro dedicado a S.Cucufate. Se bem que as primeiras construções remontem ao século I, estas ruínas são herança do século IV, quando profundas obras, usando um modelo arquitectónico pouco comum de dois pisos, tornaram a “villa” ainda mais grandiosa.
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Caminhe pelas salas abobadadas no rés-do-chão, um dia repletas com os produtos do trabalho na terra. E imagine a residência senhorial no andar superior. Suba por uma escada moderna, a substituir degraus antigos, e tenha a perspectiva que os romanos teriam do seu terraço, orgulhosos da sua imensa propriedade na paisagem alentejana.
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Ruínas Romanas de S Cucufate / Roman Ruins of S Cucufate (HD 1080i)


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Ruínas Romanas de São Cucufate e Mosteiro - Vidigueira, Alentejo, Portugal 
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S. Cucufate. Alentejo on Flickr - Photo Sharing!

Ruínas romanas de S. Cucufate. Próximo de Vidigueira. Baixo Alentejo. ... S. Cucufate. Alentejo. S. Cucufate. Alentejo by Hélder Cotrim. ...
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Galeria
Villa Romana de S. Cucufate.
Localizada junto de Vila de Frades, na estrada para Alvito, a villa romana de S. Cucufate  foi edificada no séc. I da nossa era e totalmente reconstruída no séc. IV. Pensa-se que terá sido habitada até ao séc. V. As dimensões da parte posta a descoberto e a monumentalidade dos torreões que enquadram o corpo central, indiciam a riqueza do seu proprietário e confirmam, tal como em Pisões, uma intensa actividade agrícola.
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Do que o tempo deixou chegar aos nossos dias, destacam-se o retábulo do altar-mor, obra de José Escovar, e as pinturas a fresco da abóbada e das paredes laterais, umas do séc. XVII, outras do início do séc. XVIII.
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http://www.visitalentejo.pt/vPT/Regioes/Vidigueira/local/Villa_Romana_de_S_Cucufate.htm
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Imagem Ampliada

S.Cucufate
Ruínas do Convento de São Cucufate
Roteiro da villa romana de São Cucufate que tem três fases de construção. Uma primeira datada de meados do século I a. C., outra de meados do século II e ainda uma da segunda metade do século IV, cujas ruínas ainda hoje tanto impressionam pela sua monumentalidade.
Abandonado no século V, o edifício veio a acolher, durante a Alta Idade Média, um mosteiro consagrado a S. Cucufate. Abandonado no período das guerras entre Muçulmanos e Cristãos pela posse de Beja, o mosteiro viria a ser restaurado em 1255 e entregue aos cónegos Regrantes de Santo Agostinho.
Produto com entrega ao domicílio.
S. Cucufate
Preço: 7.48 €

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http://www.ippar.pt/pls/dippar/build_page.build_proddetail?code=9011346
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Ruinas de S. Cucufate
Ruínas do Convento de São Cucufate
Património, Tradição e Cultura | Estações Arqueológicas
A «villa» romana de S. Cucufate é considerada a «melhor residência rural romana em Portugal». A região de S. Cucufate foi ocupada por volta do IV ou III milénio a.C. Não se sabe precisar a data em que a primeira comunidade de frades se instalou nas ruínas da antiga quinta romana. A partir do século XIII, serão os frades Agostinhos de São Vicente de Fora a ocupar o local. Sabe-se que no século XVII mais nenhuma comunidade ocupou o edifício, apesar de a capela ter continuado aberta ao culto até ao século XVIII. Em S. Cucufate encontramos um edifício de dois pisos, formado por um longo corpo central e delimitado por dois corpos laterais salientes.
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http://www.lifecooler.com/Portugal/patrimonio/RuinasdoConventodeSaoCucufate
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