Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sábado, 7 de janeiro de 2012

Morreu o maestro Pedro Osório (vídeos)


Expresso

Maestro e compositor Pedro Osório morreu aos 72 anos no Hospital de São Francisco Xavier, vítima de cancro(Veja vídeos no final do texto) 

21:50 Quinta feira, 5 de janeiro de 2012
 

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O maestro foi uma figura ímpar da cultura portuguesa
O maestro foi uma figura ímpar da cultura portuguesa
Jorge Simão
O maestro Pedro Osório, natural do Porto, morreu quinta-feira em Lisboa, no Hospital de São Francisco Xavier, onde deu entrada na véspera, disse fonte próxima da família à Agência Lusa.
O corpo irá ser velado sexta-feira na Sociedade Portuguesa de Autores. O funeral realiza-se amanhã, pelas 15h, para o Cemitério do Alto de S. João, onde o corpo será cremado.
Orquestrador, chefe de orquestra, diretor musical, compositor, Pedro Osório, nascido em 1939, trabalhou com vários artistas do panorama nacional, nomeadamente Sérgio Godinho, Fernando Tordo, Carlos do Carmo, Carlos Paredes, Rui Veloso, Carlos Mendes, Herman José, Lúcia Moniz ou Xutos e Pontapés.
Figura regular dos Festivais RTP da Canção, que venceu várias vezes como autor e orquestrador, e autor de vários musicais dos casinos Estoril e Póvoa de Varzim, Pedro Osório optou pela carreira musical quando terminava a licenciatura em engenharia mecânica.

Entre outras distinções, em 1982, recebeu o Prémio da Crítica pela composição para a peça "Baal", de Bertolt Brecht.

Reconhecimento nacional


Foi dirigente do Sindicato Nacional dos Músicos e fez parte da organização do I Congresso Nacional dos Músicos em 2003. De 2003 até janeiro de 2011 foi membro da administração da SPA, estando atualmente no grupo do fado.

Em 1994, o Presidente da República Mário Soares condecorou-o com o grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique, tendo recebido posteriormente a Medalha de Ouro do Concelho de Oeiras e a de Mérito da Sociedade Portuguesa de Autores.

Já este ano, o Ministério da Cultura agraciou-o com a Medalha de Mérito Cultural e o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, condecorou-o com a comenda da Ordem da Liberdade.

Pedro Osório, que também se dedicava à escrita de obras de música sinfónica, algumas das quais já executadas em público, lançara recentemente o livro "Memórias irrisórias com algumas glórias".

O maestro lutava contra um cancro há vários anos.

Veja os vídeos do percurso do maestro Pedro Osório:


Quinteto Académico - Abdulah - O grupo era composto por Pedro Osório no piano, Jean Sarbib no baixo, Carlos Carvalho na guitarra, Zé Manel no sax-barítono e Adrien Ransy na bateria.
Trio Barroco - Giorgia on My Mind - Formado em 1968 o Trio era composto por Pedro Osório, Jean Sarbib e Luís Villas-Boas.
Grupo Outubro - A Luta Vai Ser Dura Companheiro - Fundado em 1974 o Grupo Outubro editou dois discos
SARL - Uma Canção Comercial - Esta música ficou no 3º lugar do Festival da Canção da RTP de 1979.
Só Nó Três - Alcácer Que Vier - O projeto "Só Nós Três" nasceu em 1989 com Paulo de Carvalho, Fernando Tordo e Carlos Mendes
Canções do Século -Desafinado - Em 1993 Pedro Osório dirigiu o espetáculo "Canções do Século" que contou com a participação de Lena d'Água, "Rita Guerra e Helena Vieira
Lúcia Moniz - O Meu Coração Não Tem Cor - A música da autoria de Pedro Osório teve a melhor classificação de sempre de Portugal na Eurovisão, em 1996.
- Lançamento do disco Cantos da Babilónia - Em novembro de 2011 foi lançado um disco baseado em músicas étnicas do mundo


Pedro Osório trabalhava na transcrição para cordas de sonatas de Carlos Seixas


6 de Janeiro, 2012
O maestro Pedro Osório, falecido na quinta-feira, estava a trabalhar em transcrições para cordas de sonatas de Carlos Seixas, tendo terminado um andamento da Sonata em Dó Maior, disse à Lusa o director da Antena 2, João Almeida.
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Em declarações à Lusa, João Almeida afirmou que o maestro e compositor estava entusiasmado com o trabalho, tendo terminado o primeiro andamento da Sonata em Dó Maior e preparava-se, em Novembro, para transcrever para cordas outras duas sonatas, do compositor barroco.
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“Esta sonata tem três andamentos, eu mostrei a transcrição do primeiro ao Massimo Mazzeo, do ensemble Divino Sospiro, que gostou muito, achou-a excelente e o grupo estava disposto a estreá-la em Outubro. A estreia seria desta sonata completa e as outras duas que são apenas de um andamento”, contou João Almeida.
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O responsável da Antena 2 disse que quem o alertou para este trabalho que Pedro Osório estava a fazer, foi o realizador de rádio Armando Carvalheda, da Antena 1.
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João Almeida visitou Pedro Osório em sua casa e afirmou que ficou “espantado por saber que ele era um fã de Bach e de Carlos Seixas, de quem aliás tocou alguma coisa”.
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A sonata em que o maestro estava a trabalhar além do primeiro andamento tinha ainda um adágio e um minueto. Segundo Osório afirmou a João Almeida, tinha já completado a transcrição do adágio, “e em Novembro passado] contava ter as outras duas sonatas terminadas dentro de um mês”.
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João Almeida que lamentou o desaparecimento do músico de 72 anos, e afirmou desconhecer “nesta altura, o ponto da situação” relativamente a estas transcrições.
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Pedro Osório, falecido quinta-feira no Hospital de S. Francisco Xavier, em Lisboa, vítima de doença prolongada.
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O corpo do maestro e compositor está a ser velado desde as 16:00 na Sociedade Portuguesa de Autores, em Lisboa, e o funeral realiza-se no sábado às 14:30 para o cemitério do Alto de São João, em Lisboa, onde se realiza a cerimónia de cremação.
sábado, 7 de Janeiro de 2012, 0:54

Recordar Pedro Osório (1939 - 2012)


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Recordar Pedro Osório (1939 - 2012)

O maestro e compositor morreu esta quinta-feira, 5 de janeiro, em Lisboa.

06 Janeiro 2012 às 11:47
FOTO: D.R.
Pedro Osório, nascido em 1939, foi chefe de orquestra, diretor musical e compositor. Trabalhou com vários artistas do panorama nacional.

Figura de destaque dos Festivais RTP da Canção, que venceu várias vezes como autor e orquestrador, e autor de vários musicais dos casinos Estoril e Póvoa de Varzim, Pedro Osório enveredou pela carreira musical quando terminava a licenciatura em Engenharia Mecânica.

Entre inúmeras distinções, recebeu, em 1982, o Prémio da Crítica pela composição para a peça Baal, de Bertolt Brecht.

Ler mais: http://aeiou.caras.pt/famosos/2012/01/06/recordar-pedro-osorio-1939---2012#ixzz1ijCsqR99
 
Pedro Osório (1939-2012)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Lisboa, meu amor, um poema ao entardecer


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Enviado por em 13/11/2011
Lisboa, meu amor (Joaquim Pessoa/Carlos Mendes). No teu poema (José Luís Tinoco/Carlos do Carmo). Estrela da Tarde (Ary dos Santos, Fernando Tordo/Carlos do Carmo)
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  • Gostas disto.
    • Victor Nogueira Bonita homenagem a uma cidade que amo e a autores que admiro :-)*
      há alguns segundos · 

Morreu maestro Pedro Osório



Morreu maestro Pedro Osório

05.01.2012 - 21:54 Por Cláudia Carvalho, com Lusa
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Pedro Osório, fotografado em 2006Pedro Osório, fotografado em 2006 (Daniel Rocha)
 O maestro e compositor Pedro Osório, natural do Porto, morreu aos 72 anos de cancro esta quinta-feira em Lisboa, no Hospital de São Francisco Xavier, onde deu entrada no dia anterior. O funeral está marcado para sábado.

“Sou pianista, chefe de orquestra, produtor musical e compositor, sendo esta última a minha actividade principal”, assim escreveu sobre si Pedro Osório na introdução do seu site oficial. 

Pedro Osório nasceu no Porto a 17 de Julho de 1939. Estudou em simultâneo Música e Engenharia Mecânica, enveredando pela carreira de músico profissional quando estava já no último ano de engenharia. Aventurou-se no pop-rock mas passou rapidamente a dedicar-se à orquestração e direcção de orquestra.
Ao longo da sua carreira trabalhou com várias artistas do panorama nacional, como Sérgio Godinho, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Carlos do Carmo, Carlos Paredes, Rui Veloso, Carlos Mendes, Herman José, Rita Guerra, Lúcia Moniz ou Xutos e Pontapés.

Foi uma figura regular nos Festivais RTP da Canção, que venceu várias vezes como autor e orquestrador. Representou Portugal no Festival da Eurovisão em 1975 e 1982 como chefe de orquestra e em 1968 e 1996 como autor. Neste ano, com a canção “O Meu Coração Não Tem Cor”, interpretada por Lúcia Moniz, conseguiu a melhor pontuação de sempre de uma representação portuguesa no referido certame.

Para o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, desapareceu um homem “tão multifacetado quanto exigente e empenhado em cada projecto a que se dedicava”. “Pedro Osório imprimiu sempre uma marca de contemporaneidade e modernidade na música ligeira portuguesa”, disse Viegas em comunicado lembrando que “são inúmeros os músicos portugueses que devem ao maestro um pouco de tudo, desde canções a arranjos e composições, além da sua presença solidária e da sua amizade”.

Durante muitos anos, Pedro Osório foi também director musical do Casino Estoril e de vários espectáculos no Casino da Povoa de Varzim, tendo dirigido musicalmente palguns programas televisivos como "Curto Circuito", "O Tempo em que Você Nasceu" e "Noites de Gala".

A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), da qual Pedro Osório integrou a administração entre 2003 e 2010, destaca “o extraordinário exemplo de dedicação de Pedro Osório à cooperativa e à sua modernização”. “É uma grande perda para a vida cultura e artística portuguesa”, continua o comunicado destacando que na SPA o maestro foi “um elemento marcante no processo de modernização da cooperativa desenvolvido nos últimos anos”. 

Agraciado em 1994 com a Ordem do Infante pelo Presidente Mário Soares, foi distinguido em 2011 pela então ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, com a Medalha de Mérito Cultural pelo seu contributo para a música portuguesa. Na altura, Canavilhas referiu-se a Pedro Osório como "um dos grandes impulsionadores da cultura". Meses depois, a 10 de Junho, o maestro foi condecorado com a Ordem da Liberdade pelo Presidente da Republica Cavaco Silva.

Entre outras distinções, em 1982, recebeu o Prémio da Crítica pela composição para a peça “Baal”, de Bertolt Brecht.

Em 2010 foi editado pela Câmara de Oeiras o livro "Memórias Irrisórias com Algumas Glórias", que reúne algumas dezenas de crónicas suas sobre música e que conta com o prefácio de José Jorge Letria. Uma verdadeira memória musical de cinco décadas da vida e do trabalho artístico de Pedro Osório.

A vasta discografia de Pedro Osório teve como remate a edição, em finais de 2011, do CD "Cantos da Babilónia", apresentado como o possível último trabalho do maestro. Este novo álbum, no qual Pedro Osório trabalhou nos últimos três anos, foi composto a partir de uma série de peças baseadas em excertos de cantos tradicionais de diversos lugares de todo o mundo.

O corpo de Pedro Osório estará em câmara ardente na sala-galeria Carlos Paredes da SPA a partir das 16h de hoje, saindo ao princípio da tarde de sábado, às 15 h, para o Cemitério do Alto de São João, onde será cremado.

Notícia actualizada no dia 6/01 às 11h18: acrescentadas referências biográficas e links para vídeos. 


Música do novo álbum 

"O Meu Coração Não Tem Cor" 

sábado, 3 de dezembro de 2011

Pedro Osório - O Beijo do Sol


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Enviado por  em 11/09/2011
Baseado num canto tradicional do Quénia - Cantos da Babilónia, o mais recente disco de Pedro Osório, que inclui "O Beijo do Sol", já está em pré-venda no site da Fnac em www.fnac.pt/Pedro-Osorio-Cantos-da-Babilonia-sem-especificar/a530476

Based on a traditional chant from Kenya - Chants from Babylon, the latest album by Pedro Osório, which includes "O Beijo do Sol", is already on pre-sale at Fnac's website: www.fnac.pt/Pedro-Osorio-Cantos-da-Babilonia-sem-especificar/a530476
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Parilhado por Jorgete Teixeira