Discurso de Lula da Silva (excerto)

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domingo, 15 de janeiro de 2017

José Hermano Saraiva e Évora, do Alentejo

A Alma e a Gente - VI #34 - Évora, Reencontrar a Perdida Harmonia - 31 Ago 2008
Horizontes da Memória - Os Enigmas Eborenses
A Alma e a Gente - III #08 - Na Alcaçova de Évora - 26 Fev 2005
A Alma e a Gente - III #27 - A Senhora do Espinheiro - 10 Jul 2005
A Alma e a Gente - IV #2 - Cultura Alentejana - 29 Jan 2006
Horizontes da Memória - O Bom Sabor do Alentejo



A Alma e a Gente - VI #34 - Évora, Reencontrar a Perdida Harmonia - 31 Ago 2008

O Templo de Diana é o ponto de partida para uma excursão à cidade de Évora. Vamos visitar uma das mais activas universidades do pais, conhecer o Convento do Espinheiro, e recordar a história e a obra da Fundação Eugénio de Almeida. O programa leva-nos a esta bela cidade alentejana.



Horizontes da Memória - Os Enigmas Eborenses


A Alma e a Gente - III #08 - Na Alcaçova de Évora - 26 Fev 2005


A Alma e a Gente - III #27 - A Senhora do Espinheiro - 10 Jul 2005

Junto de Évora foi edificado pelos frades jerónimos um monumental mosteiro que acaba de ser transformado em hotel de luxo. É esse o ponto de partida para uma excursão que nos leva até junto do túmulo de Garcia de Resende, fiel servidor do Príncipe Perfeito e compilador de um cancioneiro poético que reúne produção lírica desde o século XIV ao seu próprio tempo. O velho mosteiro jerónimo regressa assim aos seus tempos gloriosos, agora integrado num projecto turístico de grande projecção cultural.



A Alma e a Gente - IV #2 - Cultura Alentejana - 29 Jan 2006

Vamos à cidade de Évora falar de uma das universidades mais activas do país. A Universidade de Évora já tinha sido uma importante universidade portuguesa durante 200 anos, foi criada em 1559 e terminou em 1759. Durante estes 200 anos o ensino foi entregue à Companhia de Jesus e em Évora formaram-se os missionários que levaram a palavra cristã e a cultura europeia às quatro partes do mundo.



Horizontes da Memória - O Bom Sabor do Alentejo

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Cantos do Trabalho e Cante Alentejano


1972 - Michel Giacometti - Moda da lavoura (1972) from Educa pela Arte on Vimeo.
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Enviado por em 21/08/2011
Michel Giacometti
filmografia completa | DVD 4 | video 1 (parte)
Cantos de trabalho - 1972, Dornelas, Pampilhosa da Serra, Coimbra
Tocadora de Roda
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Enviado por em 29/06/2011
Cantos de Trabalhos Humberto Mauro Brasilianas
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Enviado por em 02/12/2011
ALENTEJO : POVO QUE CANTA NÃO PODE MORRER


Um povo que cantava quando lhe faltava o pão, quando, como CATARINA EUFÉMIA reivindicava por melhor vida, por trabalho, que se dava à terra ninando as loiras espigas com seu canto dolente e melancólico e dele depois fazia festa quando o momento da colheita acontecia, merece ver reconhecida esta forma bela e secular de bem saber viver fazendo do pouco, canto.
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A divulgação no exterior do Cante traria como... benefícios naturais a renovação desta tradição secular , mas também novos olhares sobre o Alentejo e o País em geral, novos intercâmbios de valores, a vários níveis com o exterior que ainda não a conhece.
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Esta é pois uma causa do interesse de todos os Portugueses que gostariam de poder mostrar de sua raça ao exterior, a sua verdadeira face, muito além e tão maior que a imagem que muitas vezes a situação conhecida actual lá fora revela de nós.
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Nós somos um Povo trabalhador, que do pouco faz pão com a solidez e o encanto com que de geração em geração se repete este canto, entre outros.
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APOIE a candidatura do CANTE ALENTEJANO a património da humanidade, designadamente assinando esta petição:
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Saiba mais aderindo no facebook ao grupo Alentejanos no Facebook aqui :


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Este vídeo tem por exclusivo objectivo divulgar o cante alentejano e apoiar a candidatura do mesmo a património da humanidade pela UNESCO.
Imagens do Alentejo da rede

Música do grupo coral alentejano "Os almocreves" "lindo ramo verde escuro"

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Cante Alentejano, Moda "lindo ramo verde escuro" pelo Grupo Coral Alentejano "Os Almocreves"
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Enviado por em 10/12/2011
Esta voz pertence a esta linda senhora de seu nome(http://youtu.be/8DOGd78WoQU ) Vírginia Dias de Peroguarda.
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É verdadeiramente a voz de um Povo que canta. Canta de geração em geração quando trabalha, quando sofre, quando ama, quando se alegra.
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Um cante doce, dolente tal qual se espraia a lua na longa planície alentejana .Com uma mágica pitadinha de nostalgia, de melancolia e um raio de esperança retirado aos braços de sol que aloira as espigas de trigo com que se fará depois o pão nosso de cada dia...
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É um Povo a cantar, o nosso Povo a cantar...
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Um Povo que face às adversidades da vida ergue-se em esforço ao trabalho cantando e faz da sua dor e da sua alegria canção.
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Talvez não saiba ainda, ou talvez o assunto não tenha ainda merecido a sua atenção : foi solicitado à UNESCO, ora após o fado, que declarasse o CANTE ALENTEJANO património imaterial de toda a humanidade.
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Cante alentejano entrega candidatura à UNESCO em Março


Anúncio oficial


05.12.2011 - 09:53 Por Cláudia Carvalho
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Os grupos de cantares alentejanos existem por todo o paísOs grupos de cantares alentejanos existem por todo o país (Luís Vasconcelos)
 Depois do fado, é a vez de o cante alentejano se candidatar a património cultural imaterial da humanidade da UNESCO. A candidatura será entregue na sede da organização a 30 de Março de 2012 pela Confraria do Cante Alentejano, entidade promotora à qual se associaram a Casa do Alentejo e a Associação MODA.


A ideia partiu de Fernando Andresen Guimarães, ex-presidente da comissão nacional da UNESCO, que lançou o desafio a João Rocha, presidente da Câmara Municipal de Serpa, quando no início deste ano a cidade se candidatou à rede de cidades criativas da UNESCO, na área da música.

A candidatura, patrocinada pela Câmara Municipal de Serpa e pelo Turismo do Alentejo, tem como objectivo o envolvimento da comunidade e do país na salvaguarda deste antigo cantar tradicional. 

A Comissão de Honra é presidida pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, integrando ainda a mesma comissão, o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, o bispo do Porto e presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais D. Manuel Clemente, o presidente do conselho de administração da Fundação Calouste Gulbenkian Rui Vilar, o presidente do Grupo Nabeiro / Delta Cafés Rui Nabeiro, João Rocha, Presidente da Câmara Municipal de Serpa, e António Ceia da Silva, Presidente da Direcção da Turismo do Alentejo, Entidade Regional de Turismo. À semelhança do que aconteceu com a candidatura do fado a património imaterial, aprovada no dia 27 de Novembro, a comissão científica é liderada pelo musicólogo Rui Vieira Nery.

A Câmara Municipal de Serpa está já a dinamizar o apoio e o envolvimento de todos os municípios em que existem grupos de cante alentejano nesta candidatura, estando a Casa do Alentejo a recolher o apoio de todas as casas do Alentejo e outras associações de alentejanos existentes dentro e fora do país.

Segundo um comunicado da candidatura, durante a promoção do cante alentejano a património imaterial da Unesco serão realizadas várias actividades, destacando-se a recolha e o estudo do cancioneiro e da discografia do cante alentejano, assim como a inventariação e a caracterização dos grupos corais e uma compilação ilustrada de histórias de vida de cantadores e de grupos corais.

O programa de promoção e divulgação da candidatura incluirá um filme documental do realizador Sérgio Tréfaut, bem como exposições, conferências, concursos fotográficos, concertos e manifestações de rua.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Aglomerados Humanos nas canções (4)

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De: | Criado: 04/07/2010
Grupo Coral e Etnografico da Casa do Povo de Serpa

SERPA do ALENTEJO
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Cantigas de Serpa são
Bagos de trigo nascendo
São bocadinhos de pão
Que só nós sobram em morrendo

Oh! Serpa do Alentejo
És minha terra natal
És das vilas mais antigas
Que temos em Portugal

Que temos em Portugal
Das terras que eu mais invejo
És minha terra natal
Oh! Serpa do Alentejo

Oh! Serpa pois tu não ouves
Os teus filhos a cantar
Oh! Serpa pois tu não ouves
Os teus filhos a cantar
Enquanto os teus filhos cantam
Tu Serpa deves chorar
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De: | Criado: 21/11/2009
GRUPO RASTOLHICE,ACTUANDO NO MERCADO M.FARO "ALGARVE "
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BALEISÃO, BALEISÃO


Se Baleisão fosse meu
Como eu tinha na vontade
Fazia de Beja aldeia
De Baleisão, cidade


Ó Baleisão, Baleisão,
Ó terra baleisoeira,
Eu hei-de ir pra lá morar,
Queira o teu pai ou não queira!
Queira o teu pai ou não queira,
Queira a tua mãe ou não,
Ó terra baleisoeira,
Ó Baleisão, Baleisão!


Em terra de Baleisão,
Morreu uma camponesa.
Só por querer ganhar o pão,
Para os filhos, que tristeza!


Ó Baleisão, Baleisão,
Ó terra baleisoeira,
Etc.


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Cantar Alentejano

José Afonso

Composição: José Afonso
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Chamava-se Catarina
O Alentejo a viu nascer
Serranas viram-na em vida
Baleizão a viu morrer
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Ceifeiras na manhã fria
Flores na campa lhe vão pôr
Ficou vermelha a campina
Do sangue que então brotou
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Acalma o furor campina
Que o teu pranto não findou
Quem viu morrer Catarina
Não perdoa a quem matou
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Aquela pomba tão branca
Todos a querem p´ra si
Ó Alentejo queimado
Ninguém se lembra de ti
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Aquela andorinha negra
Bate as asas p´ra voar
Ó Alentejo esquecido
Inda um dia hás-de cantar
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.http://letras.terra.com.br/jose-afonso/494770/
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De: | Criado: 16/01/2011
não existe nenhuma descrição disponível
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Senhora do Almortão

José Afonso

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Senhora do Almortão
ó minha linda raiana
virai costas a Castela
não queirais ser castelhana
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Senhora do Almortão
a vossa capela cheira
cheira a cravos, cheira a rosas
cheira a flor de laranjeira
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senhora do Almortão
eu pró ano não prometo
que me morreu o amor
ando vestida de preto
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 http://letras.terra.com.br/jose-afonso/494831/

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De: | Criado: 02/11/2009
Jose Afonso Saudades de Coimbra (Do Choupal até à Lapa)
Muito ligado às tradições académicas da respectiva Universidade, o fado de Coimbra é exclusivamente cantado por homens e tanto os cantores como os músicos usam o traje académico: calças e batina pretas, cobertas por capa de fazenda de lã igualmente preta. Canta-se à noite, quase às escuras, em praças ou ruas da cidade. Os locais mais típicos são as escadarias do Mosteiro de Santa Cruz e da Sé Velha
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vídeo não disponível
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Em Terras de Trás-os Montes

José Afonso

Composição: José Afonso
Em terras de Trás-os-Montes
Entre Coelhoso e Parada
Uma história verdadeira
Foi ali mesmo contada
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Algemado por dois pides
Na manha de vinte e três
La vai Manuel Augusto
Sem mesmo saber porquê
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Com ele vai Marcolino
Bufo dos Dominadores
Ide às minas da Ribeira
Vereis quem são os Senhores
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Nesse lugar de trabalho
Nos confins da exploracão
Diz o Marcolino aos pides
Apertem-me esse cabrão
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Não contente com a prova
Do zelo que assim mostra
Àquele rapaz honrado
Esta fala então lhe dava:
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Sabemos da tua vida
Amanhã por esta hora
Irás para o forte de Elvas
Diz adeus à vida boa
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Também o José António
Foi na mesma interrogado
Assassino Marcolino
Foste o primeiro culpado
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Entre Parada e Coelhoso
Ainda reina a opressão
Não deixem fugir o melro
Não quebrem vossa união
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http://letras.terra.com.br/jose-afonso/494785/
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domingo, 6 de março de 2011

Aglomerados Humanos nas canções (3)


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De: | Criado: 18/09/2008
MODA ALENTEJANA TOCADA P/ACORDEONISTA CASTRENSE - Ó MEU ALENTEJO - Ó MEU CASTRO VERDE 
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De: | Criado: 11/03/2009 
Grândola Vila Morena - José Afonso
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Elvas --Paco Bandeira
Enviado por carrilho1391-70. - Clipes, entrevista dos artistas, shows e muito mais.

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Paco Bandeira
A minha cidade (Ó Elvas) - Letra
Eu nasci no Alentejo
À beira do Guadiana
Sinto orgulho quando vejo
A paisagem Alentejana!

Uma malta da cidade
Chamou-me de provinciano
Eu tenho grande vaidade
De ter nascido alentejano!

Eu nasci no Alentejo
À beira do Guadiana
Sinto orgulho quando vejo
A paisagem Alentejana!


Ó Elvas, ó Elvas
Badajoz à vista.
Sou contrabandista
De amor e saudade
Transporto no peito
A minha cidade.
A minha cidade.
A minha cidade.
(4 vezes)

http://www.my-lyrics.ws/actividades/detalhe.php?ID=3077
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De: | Criado: 04/01/2009
Dedicado a quem faz do trabalho na mina o seu modo de vida. - Hino Dos Mineiros de Aljustrel
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Ver no Galeria  & Photomaton
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Hino dos Mineiros - Aljustrel (Alentejo)

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Fui hoje ao Alentejo - Luísa Basto

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mariadoalentejo | 13 de Setembro de 2010 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Luísa Basto - "Fui Hoje ao Alentejo"
Poema de Eduardo Olimpio / Música de Paco Bandeira
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Grândola Vila Morena - Homenagem colectiva a José Afonso


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Calidonia | 26 de Abril de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 9 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Homenagem ao Zeca Afonso
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Zeca Afonso : Grândola Vila Morena

Letra e música: Zeca Afonso
In: "Cantigas do maio", 1971
Arménia Rua

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Nota:

Hoje houvi na rádio a seguinte história: Algumas destas quadras forma proibidas pela censura! No entanto, num concerto (Coliseu?) quando chegou a altura dessas quadras, Zeca Afonso cantou "la la la" e o público em coro cantou a letra que faltava! Claro que nem a PIDE o podia impedir!
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http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/zecafonso-grandola.html
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sábado, 10 de julho de 2010

Grupo Coral Regional de Cantares de Portel...Senhora cegonha


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mafaldaramalho | 31 de Outubro de 2008
Um vídeo com imagens do meu querido Alentejo....
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30/Jun/2010 12:33
Obg. amigo victor.É lindo o video que me envias-te.Mas de seguida envio este que é fantastico.Adoro as musicas Alentejanas.Beijos amigo.Fica bem
Odete
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terça-feira, 29 de junho de 2010

Recolhas de Pedro Mestre - Ti Mariana


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PedroMestreCampanica | 31 de Março de 2010 | 9:13
 
História de vida de Mariana Maria, cantadora de baldão.
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Mariana Campaniça


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toyvitoria | 11 de Setembro de 2008 | 3:08

MODA ALENTEJANA TOCADA PELO ACORD. CASTRENSE


Mariana Campaniça que lindos olhos que tem.... a moda do baldão da zona de Almodovar ,Castro Ourique,Odemira.

Alentejo o cante dos ceifeiros


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memoriamedia | 5 de Dezembro de 2009 | 3:18
Reedição do nosso vídeo, gravado na Taberna do Arrufa, pela nossa equipa. Parabéns ceifeiros.
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domingo, 16 de maio de 2010

Ainda a voz de Luís Piçarra


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vitaskaly 1 de Dezembro de 2009 — Meu terceiro vídeo de Luís Piçarra, que dedico ao Valentim Casimiro Garcia, pois sei bem do gosto sobre o Belo Canto que este meu amigo tem e porque sempre apreciou esse enorme tenor da Música Portuguesa que foi o saudoso Luís Piçarra. Com um abraço . Américo.
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.LUIZ PIÇARRA ( Calçada à Portuguesa )
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vagcbeato34 23 de Setembro de 2009 — Guitarras da Mouraria- Música:João Nobre
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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Canta ... Luís Piçarra


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vagcbeato34 8 de Novembro de 2009 — Canção do Alentejo e Anihas
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Eu não sei que tenho em Évora
Que de Évora me estou lembrando
Quando chego ao rio Tejo
As ondas me vão levando

Abalei do Alentejo
Olhei para trás chorando
Alentejo da minh'alma
Tão longe me vais ficando

Ceifeira que andas à calma
Ai, e à calma ceifando o trigo
Ceifa as penas da minh'alma
Ceifa-as leva-as contigo
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vagcbeato34 3 de Março de 2010 — Canção:Avril au Porugal- Pinturas:Pablo Picasso
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Raúl Ferrão (1890-1953) did not fully witness the success of his song; certainly, he did not foresee the wide popularity and propagandistic use that the initially neglected piece would enjoy in Europe, and around the world. The melody, conceived in the late 1930's, was repeatedly rejected in revista theaters for which Raúl Ferrão (and José Galhardo as well) produced great musical achievements. It only reached a wider public by 1947, in Armando Miranda's movie Capas Negras, where a lovestruck student sang Coimbra as a serenade. Still, the movie's version did not fare particularly well. Three more years would pass before the song reached full-blown success, in the voice of Amália Rodrigues. This happened in the international context of post-war cultural and economic recovery. According to Amália herself, who always liked the Coimbra, the decisive moment came in 1950 during a tour promoted by the U.S.-led Marshall plan for the reconstruction of Europe. One day, in Dublin, Yvette Giraud asked Amália to sing a few songs of her particular liking – with the prospect of producing one or more French adaptations. Amália sang Coimbra and Lisboa Não Sejas Francesa ('Lisbon do not be French') also by Raúl Ferrão, which were part of her orchestra repertoire. Thus appeared, through the choice and the voice of Yvette Giraud, 
Avril au Portugal, with lyrics by Jacques Larue.

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Je vais vous raconter ce qu'il m'est arrivé
Sous un ciel où l'été s'attarde
Histoire d'amoureux, voyage aventureux
Que pour les jours heureux je garde
Un grand navire à quai, la foule débarquait
Les yeux sous les bouquets regardent
L'amour devait rôder on s'est regardé
Et mon cœur s'est mis à chanter

Avril au Portugal, à deux c'est l'idéal
Là-bas si l'on est fou le ciel l'est plus que vous
Pour un sentimental, l'amour existe-t-il
Ailleurs qu'au Portugal en Avril

Le soir sous mes yeux clos, je vogue au fil de l'eau
Je vois par les hublots, la ville
Les vagues et des couleurs, de doux parfums de fleurs
Qui font de bateleur la ville
Qui fendait comme il faut un verre d'eau dans l'air
Ou les regrets d'ailleurs nous suivent
L'amour devait savoir quand le suivant le soir
Que j'aimerais un jour le revoir

Avril au Portugal, à deux c'est l'idéal
Là-bas si l'on est fou le ciel l'est plus que vous
Pour un sentimental, l'amour existe-t-il
Ailleurs qu'au Portugal en Avril
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Yvette Giraud's performances in Paris and London conquered public and musicians alike. Later on, through the work of Amália and many other singers, musicians, composers, and directors, the song would reach an impressively large audience all over the world. The CD Coimbra illustrates the historic and stylistic trajectory of the song. This compilation presents, for the first time, a broad and comprehensive selection of versions of the song. Vocal stiles range from Louis Armstrong's impressively free and intimate interpretation (accompanied by his trumpet) to the spectacular and much applauded version of the Antigos Orfeonistas de Coimbra choir. Along one also finds the voices of Amália Rodrigues, Alberto Ribeiro, Yvette Giraud, Bing Crosby, Caetano Veloso, Eartha Kitt, the guitar of Chet Atkins, the piano of Liberace, and the orchestra of Bert Kaempfert and Xavier Cugat among others. The variety extends to the languages spoken, the musical languages, and even the sound producing materials – from the bronze of the bells in Mafra's carillon, to the steel of the Caribbean steel drums played by children in England.
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Coimbra / Avril au Portugal / April in Portugal / Abril em Portugal is a global phenomenon of popularity. It is a case of successful propaganda backed up by a wise harmonic structure and a brilliantly conceived melody. The opening melodic phrase of Coimbra – with no more than six notes – has survived more than sixty years of music. Despite the changing times the tune remains recognizable and catchy enough to warrant its appearance in a variety of circles. Take, for example, the news article from November 11, 2002, on The Richard Nixon Library & Birthplace webpage: "Over 1,000 admirers of piano legend Roger Williams enjoyed his wide-ranging musical stylings (É) as he set a new world record, playing for 13 hours and five minutes (É). Between medleys the tireless showman recounted Presidential anecdotes, telling the crowd about President Nixon's love of music and the piano. Mr. Williams also revealed that First Lady Pat Nixon always requested April in Portugal." In another example, in April 2001 a French website listed greatest hits of the French song, highlighting Jacques Larue's poem for Avril au Portugal displayed over an image of blooming trees. 
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Coimbra began as a reference to a city, student life, love, and longing. Later, it became a national banner and an ad for the seductive delights of Portugal in April. Finally, it turned into a melodic motto – adopted by several peoples for various aims. As it happens, the motto still refers to Portugal but has long gotten beyond its reach. The CD Coimbra tells the story of a song that transcended its boundaries and intended function. Crafted and publicized as a Portuguese song, it fit other musical traditions so well that it came to represent quite accurately, truthfully even, the musical style of many and disparate interpreters. 
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http://www.cdroots.com/tradisom-coimbra.html


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sergiomats 14 de Novembro de 2009 — Homenagem ao Ribatejo com música cantada por Luís Piçarra
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sábado, 3 de abril de 2010

Portugal: Mertola and surroundings.Original version.


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AaVeeZet
You can find Mertola in the south-east area of Portugal. There is a big river the Rio Guadiana. The photo's are made in 1990 and 1991. The music is traditional Alentejo. Original version for better quality.
Data from the wmv-version:
- views: 802
- comments: 1
- favorited: 1
- video rating: 1 with average: 5 stars
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Visit Portugal - Places of passion in the Alentejo


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paso12872


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Why not enjoy a day's holiday inland? If you climb to the highest point in the walled village of Marvão or Castelo de Vide, you'll be rewarded with a magnificent view. Then come down to the banks of the River Tagus and watch the sun set over Belver castle. It's the perfect end to a day of romance. www.visitportugal.com
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CEIFEIRA,LINDA CEIFEIRA DE CASTRO VERDE


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toyvitoria
MODA ALENTEJANA DEDICADA ÀS MULHERES CEIFEIRAS DO ALENTEJO TOCADA P/ACORDEONISTA CASTRENSE
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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Mestre Alentejano - " Fado Corrido"


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rvccgerinho




Letra de João Vasconcelos e Sá. [Popular]... Fado Corrido Repertório de António Pinto Basto.
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Mestre alentejano

João Vasconcelos e Sá / Popular *fado corrido*
Repertório de António Pinto Basto
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Terra de grandes barrigas / Onde ha tanta gente garda
Ás sopas chamam açorda / E à açorda chamam-lhe migas;
Ás razões chamam cantigas / Milhaduras são gorjetas
Maleitas dizem maletas / Em vez de encostas, chapadas
Em vez de açoites, nalgadas / E as bolotas são boletas
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Terra mole é atasquero / Ir embora é abalar
Deitar fora é aventar / Fita de coiro é apero;
Vaso com planta é cravero / Carpinteiro é abegão
E a choupana é cabanão / E às hortas chamam hortejos
Os cestos são cabanejos / E ao trigo chama-se pão!
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No resto de Portugal / Ninguém diz palavras tais
As terras baixas são vales / Monte de feno é frascal;
Vestir bem, parece mal / Á aveia chamam cevada
Ao bofetão, orelhada / Alcofa grande é gorpelha
Égua lazã é vermelha / Poldra ‘Isabel’ é melada
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Quando um tipo está doente / Logo dizem que está morto
E a todo o vau chamam porto / Chamam gajo a toda a gente;
Vestir safões é corrente / Por acaso é por atrego
As saco chamam talego / E até nas classes mais ricas
Ser janota é ser maricas / Ser beirão é ser galego
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Os porcos medem-se às varas / E o peixe vende-se aos quilos
E a gente pasma de ouvi-los / Usar maneiras tão raras;
Chamam relvas às cearas / Ás vezes, não sei porquê
E tratam por vomecê / Pessoas a quem venero
Não quero, diz-se nã quero / Eu não sei’ diz-se *ê nã sê*