Discurso de Lula da Silva (excerto)

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segunda-feira, 8 de março de 2010

Michel Giacometti:


TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE» E A CDU «UM PROJECTO DE FUTURO, UMA PRESENÇA DE LUTA POR UMA VIDA MELHOR»

Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
Michel Giacometti: 8 de Janeiro de 1929-24 de Novembro de 1990
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Michel Giacometti:
8 de Janeiro de 1929 (Ajaccio, Córsega) - 24 de Novembro de 1990 (Hospital Distrital de Faro)         
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Vídeos: 
Michel Giacometti, nascido na Córsega, licenciado em Letras de Etnografia, lança a âncora em Portugal em 1959. Por cá relaciona-se com o maestro Fernando Lopes Graça, que lhe transmite preciosas informações sobre o património musicólogo português e encoraja-o a realizar as suas primeiras projecções, ao norte do País.
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Michel Giacometti descobriu Peroguarda através de António Reis, cineasta e poeta portuense.
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Para Ler:
 
Jornal «Avante!»:

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Museu do Trabalho Michel Giacometti:

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O Museu do Trabalho Michel Giacometti, fundado em 1987, reúne um importante espólio, a colecção etnográfica Michel Giacometti e peças relacionadas com os ofícios tradicionais, actividade marítima, construção naval, mundo rural e indústria conserveira.
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O museu está instalado numa antiga fábrica de conservas, a Perienes, cujo edifício foi adquirido, em 1991, pela Câmara Municipal.  
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Quatro anos mais tarde, após várias obras de remodelação, no dia 18 de Maio de 1995, data da inauguração, o Município atribuiu-lhe o nome de Museu do Trabalho Michel Giacometti.  
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Este espaço, que tem por finalidade o estudo, a preservação e divulgação de técnicas e conhecimentos relacionados com o mundo do trabalho, engloba uma galeria de exposições temporárias e áreas polivalentes para animação.  
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No dia 11 de Maio de 2002 foi inaugurada a exposição permanente "Mercearia Liberdade – Um Património a Salvaguardar", reconstituição de um estabelecimento de Lisboa, cujo espólio foi doado pelos proprietários à Câmara Municipal de Setúbal.
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Fontes: Publicação Câmara Municipal de Setúbal, 2000; Guia de Museus Costa Azul, 1996
                                                                       
adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge
                                                                                                                                         

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publicado por António Vilarigues às 18:09
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sexta-feira, 18 de abril de 2008

Rui Mingas - Meninos do Huambo

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TERRAS DE PENALVA ONDE «A LIBERDADE É A COMPREENSÃO DA NECESSIDADE» E A CDU «UM PROJECTO DE FUTURO, UMA PRESENÇA DE LUTA POR UMA VIDA MELHOR»
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Terça-feira, 20 de Maio de 2008
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Ruy Mingas: Os meninos do Huambo

Os meninos do Huambo


Com fios feitos de lágrimas passadas
Os meninos do Huambo fazem alegria
Constroem sonhos com os mais velhos de mãos dadas
E no céu descobrem estrelas de magia

Com os lábios de dizer nova poesia
Soletram as estrelas como letras
E vão juntando no céu como pedrinhas
Estrelas letras para fazer novas palavras

Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade

Com os sorrisos mais lindos do planalto
Fazem continhas engraçadas de somar
Somam beijos com flores e com suor
E subtraem manhã cedo por luar

Dividem a chuva miudinha pelo milho
Multiplicam o vento pelo mar
Soltam ao céu as estrelas já escritas
Constelações que brilham sempre sem parar
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Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade
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Palavras sempre novas, sempre novas
Palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo
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Assim contentes à voltinha da fogueira
Juntam palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo
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Manuel Rui Monteiro (letra e música)

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in Blog O Castendo

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