Discurso de Lula da Silva (excerto)

___diegophc

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Tabacaria (Alvaro de Campos) - João Vilaret


.
.
Ícone de canal

DaliUniverse
17 de Abril de 2008
 http://pt.wikisource.org/wiki/Tabacaria


Álvaro de Campos was one of Fernando Pessoa's various heteronyms, widely known by his powerful and wraithful writing style. Campos' works may be split in three phases: the decadentist phase, the futuristic phase and the decadent (sad) phase. He chose Marinetti and Whitman as masters, showing some similitarities with their works, mainly in the second phase: hymns like "Ode Triunfal" and "Ode Marítima" praise the power of the rising technology, the strength of the machines, the dark side of the industrial civilization, and an enigmatic love for the machines. The first phase (marked by the poem Opiário) shared some of its pessimism with Pessoa's friend Mário de Sá-Carneiro, one of his co-workers in Orpheu magazine. In the last phase, Pessoa drops the mask, and reveals through Campos all the emptiness and nostalgy that grew during his last years of life. He lived in Barrow-in-Furness, Cumbria, England for a time where he studied Ship Engineering (of which Pessoa wrote a poem about).
.
.

FERNANDO
PESSOA


Poesias de
Álvaro de Campos



      TABACARIA 
(15-1-1928)
       
      .
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade. 
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer, 
E não tivesse mais irmandade com as coisas 
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua 
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada 
De dentro da minha cabeça, 
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo como quem pensou e achou e esqueceu. 
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo 
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora, 
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo. 
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada. 
A aprendizagem que me deram, 
Desci dela pela janela das traseiras da casa, 
Fui até ao campo com grandes propósitos. 
Mas lá encontrei só ervas e árvores, 
E quando havia gente era igual à outra. 
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei-de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso ser tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Génio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho génios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicómios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora génios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo, 
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira, 
E ouviu a voz de Deus num poço tapado. 
Crer em mim? Não, nem em nada. 
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente 
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo, 
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha. 
Escravos cardíacos das estrelas, 
Conquistámos todo o mundo antes de nos levantar da cama; 
Mas acordámos e ele é opaco, 
Levantámo-nos e ele é alheio, 
Saímos de casa e ele é a terra inteira, 
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena; 
Come chocolates! 
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria. 
Come, pequena suja, come! 
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes! 
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folhas de estanho, 
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei 
A caligrafia rápida destes versos, 
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas, 
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro 
A roupa suja que sou, sem rol, pra o decurso das coisas, 
E fico em casa sem camisa.
(Tu, que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva, 
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta, 
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida, 
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua, 
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais, 
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -, 
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire! 
Meu coração é um balde despejado. 
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco 
A mim mesmo e não encontro nada. 
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta. 
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam, 
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam, 
Vejo os cães que também existem, 
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo, 
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei, e até cri, 
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses 
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso); 
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo 
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente.
Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz. 
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me. 
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho, 
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado. 
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-te como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo, 
Como um tapete em que um bêbado tropeça 
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olhou-o com o desconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, e eu deixarei versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, e os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra, 
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície, 
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?), 
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim. 
Semiergo-me enérgico, convencido, humano, 
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los 
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos. 
Sigo o fumo como uma rota própria, 
E gozo, num momento sensitivo e competente, 
A libertação de todas as especulações 
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira 
E continuo fumando. 
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira 
Talvez fosse feliz.) 
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?). 
Ah, conheço-o: é o Esteves sem metafísica. 
(O dono da Tabacaria chegou à porta.) 
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me. 
Acenou-me adeus gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo 
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o dono da Tabacaria sorriu.
.
[PDF]

TABACARIA Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)

Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - In: ______. Obra poética: volume único. Rio de. Janeiro: Nova Aguilar, 1995, p. 362-366. TABACARIA. (15.01.1928). Álvaro de Campos (Fernando Pessoa) ...
.
.

Cat Power - Love and Communication


.
.


Ícone de canal
NaneNane123
29 de Fevereiro de 2008
.
.
  Lyrics - Cat Power Lyrics - Love and Communication Lyrics
.
Songwriters: Marshall, Chan 
.
.
Love and communication you were here for me
At this very moment cuz I found you on the phone
You called me
And you were not hunting me
.
Learning more and more about less and less and less
On the edge of your seat in some dark movie
Can you memorize the scenes
They'll be different next week
Can you tell me can you tell can you tell
If there is something better
Cuz you know there always is
There always is
.
Drawn to the party like a spider filling up your guts
Don't hate the night with what you shouldn't have
Come along for the ride you just know you should
You just know you should
Can you tell me can you tell can you tell
If there is something better
Cuz you know there always is
There always is
.
Hated to see you sad when I left
There's just no good in that but the good part was
That I came at all cuz I don't venture out
Into the lives of the new
I want you to come along for the ride
How long will you stay for your whole life
You just know you should
Can you tell me can you tell can you tell
If there is something better
Cuz you know there always is
There always is
.
Love and communication you were here for me
At this very moment cuz I found you on the phone
You called me
And you were not hunting me
.
.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

MULHER - O ETERNO ÍDOLO!

Assunto:
COM CARINHO E AMIZADE
Data:
10/Dez 16:40

Retarday: Histórias aleatórias sobre o coração(órias)

Retarday: Histórias aleatórias sobre o coração(órias)
Posted: 09 Dec 2009 12:00 AM PST
Coração! 
.

Um pequeno coração se alugando de Batman. rs
.
Alguns relatos, lendas e características sobre o coração.
Como eu ainda não frequentei nenhum curso de cirurgião cardíaco, não consegui pensar numa maneira de fazer uma introdução ao coração.
Sendo assim, vamos ao que interessa.

O coração do Arlequim

Olha o Arlequim aí.
.
Todos os dias, Arlequim procurava uma mulher a quem pudesse ceder seu coração. Ele não queria fazer como os outros de sua casta e ceder à primeira mulher esperta, bela e inteligente que visse na frente. Ele queria uma mulher especial.




A real é que Arlequim tinha vertigens ao ver sangue e tinha medo de retirar seu próprio coração para pregar na porta da sua Colombina.




Um dia Arlequim foi a uma churrascaria e sua amiga Leonca, uma gorda fétida e estúpida, lhe pediu:




- Me passa o coração?




Ao estender o prato com os leguminosos pedaços de galinha devidamente assados, a lenda se cumpriu.




Arlequim se fodeu.

O coração numa fórmula matemática

Coração!
.
Gabriel Fedrov passou sua vida tentando resumir o amor numa fórmula matemática.
Primeiro ele considerou que o amor deve ser recíproco e pra isso é impossível que o amor aconteça entre mais de duas pessoas ao mesmo tempo. Mas é possível que existe amor entre apenas uma pessoa: o amor-próprio.




Depois ele considerou o coração como fonte do amor.
O resumo de sua obra?
Amor sempre é menor que 3.
Amor é igual coração.
Coração <3.

Definição de ataque cardíaco

Ataque cardíaco é o momento em que o coração se estressa e entra em modo RAGE.

Coração fake

Coração!
.
Com inveja de Gabriel Fedrov, um cara que nem merece ter seu nome citado decidiu resumir o coração da forma dele.
Acabou por defini-lo apenas “s2″.
Obviamente esse cara era viado, isso nunca será o conceito de coração.

Uma frase de MSN sobre o coração

O coração lhe permite viver, mas a qualquer momento ele vai foder com sua vida. Seja um grande amor ou um ataque cardíaco.

O que vem depois do coração?

Coração!
.
Toda vez que alguém fala coração, eu ouço a coisa de uma forma diferente. Uma merda de uma palavra sussurrada na minha cabeça vira um grito:

- CORAÇÃO!

.

Blog Nagüeva qui 10-12-2009 02:31

.

..


E logo na sequência: PELA …

As Mulheres Gordas de Botero


.
.

Ícone de canal

sanifinara

.
Um vídeo que pretendo seja do interesse cultural de quem aqui vier, apesar de algumas imagens mais audazes- Botero pintor e escultor colombiano de renome internacional pintou belas imagens de mulheres gordas dentro do seu estilo de volume exagerado e cores garridas a encher toda a tela. Por fundo duas belas melodias latinas- Paloma e Ramona. Espero que gostem, foi um video dificil de fazer e decidir. 
.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Gosto de ti !


.
.
Ícone de canal

zuuuuuum
10 de Junho de 2008
.
Apresentação do lançamento o livro "sinais silêncio" de Rosa Maria Anselmo  
.
Distribuído por Odete (hi5)
.
.

Civilização Maia e Arte Ameríndia - Hiper-Ligações

Blog - Información Culturas Amerindias + Cerámicas y esculturas
.
.
Comparto con Uds. mis blog de cerámicas con información (enlaces, libros,etc.) sobre la cultura Maya y culturas precolombinas Argentinas, también mi blog de esculturas.

.
.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A guerra é a guerra - Fausto

A GUERRA É A GUERRA...
Data: 8/Dez 0:50
 

Enviado por Lia (hi5)
.
. 
FAUSTO A GUERRA é A GUERRA LYRICS

.

Salto no escuro
Entre dentes trago a faca
E nos meus olhos coloridos
Juro
Vem ver o fogo no mar
Os peixes a arder
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Voando em arco
Esgueiro o corpo num balanço
Como um piloto do inferno
Assalto
Nas asas guerreiras de um anjo
Seja louvado
Atacamos mui baralhados
Como um bando endiabrado
Por Jesus na sua cruz
Chora por mim ó minha infanta
Escorre sangue o céu e a terra
Ah pois por mais que seja santa
A guerra é a guerra
.
Coro:
Malaca Malaca
A guerra é a guerra
No céu e na terra
Nos dentes a faca
Avanço avanço
A guerra é a guerra
No céu e na terra
Balanço balanço
Cruzado cruzado
A guerra é a guerra
No céu e na terra
O mais enfeitado
Largar largar
O fogo no mar
.
Seja bendito
De todos o mais enfeitado
Olha p’ra mim o mais guerreiro
Ao vivo
Olha p’ra mim o teu amado
E o céu a arder
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Barcos em chamas
Erguidas
Parecia coisa sonhada
Queimados
Os gritos horrendos da besta
Ferida
E lá dentro ardiam homens
Encurralados
E cá fora à cutilada
Decepados
P’la calada
Pelos peitos já desfeitos
Chora por mim ó minha infanta
Escorre sangue o céu e a terra
Ah pois por mais que seja santa
A guerra é a guerra
.
(coro)
.
Foge saloio
Eh parolo
Aguenta António de Faria
E a fidalguia
Todo o massacre
E todo o desconsolo
Que já lá vem o Coja Acém
E o mar a arder
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Diz-nos adeus o pirata
O labrego
De cima daquele mastro
Trocista e airoso
Mostrando o traseiro cafre
Preto escuro de um negro
Levando-nos coiro e tesouro
Rindo de gozo
Perdeu-se o resto na molhada
Pelo estrondo
Na quebrada
No edema da gangrena
Chora por mim ó minha infanta
Escorre sangue o céu e a terra
Ah pois por mais que seja santa
A guerra é a guerra
.
Nota: Diário da viagem, Fernão Mendes Pinto

.
“De Diu embarquei para o estreito de Meca, daqui fomos a Maçuá e daí, por terra, ao Reino do Preste João. Passei ao Reino dos Batas e de fugida pelo Reino de Quedá como adiante darei parte. Em Patane conheci António de Faria, capitão a quem servi na venda da mercadoria. Fomos atacados e roubados pelo perro do Coja Acém, temido pirata depois que Heitor da Silveira lhe matara seu pai e dois irmãos. Por isso, Coja Acém havia prometido a Mafamede matar todos da geração de Malaca. Em pequenas fustas, enfrentei também a grande armada do turco que bordejava na nossa esteira com as velas quarteadas de cores e muitas bandeiras de seda.”
.
.
Translation: Pedro big
.
the war is the war
I jump on the the dark
Between the teeth the knife
And in my coloured eyes
I swear
Come see the fire in the sea
The fishes burning
Anna come see
Anna come see
Anna come see
Flying across
I sidle my body in a swing
Like a pilot from hell
I charge
Upon the warrior wings of an angel
Praise him
We attack very disorded
Like a demoniac gang
For Jesus in his cross
Cry for me my lady
It drains blood from sky and land
For as much as it can be holy
The war is the war
.
Choir:

.
Malaca Malaca
The war is the war
On sky and on land
In the teeths the knife
I move on I move on
The war is the war
On sky and on land
I swing i swing
Crusader crusader
The war is the war
On sky and on land
The most decorated
Drop drop
The fire on the sea
.
Bless him
Of all the most decorated
Look at me the top warrior
Live
Look at me your loved one
And the sky burning
Anna come see
Anna come see
Anna come see
Ships in flames
High
It looked like a dreamed thing
Burned
The horrifying screams of the beast
Injured
And inside men were burning
Trapped
And here outside by slashes
Maimed
On the sly
By the breasts, already teared apart
Cry for me my lady
It drains blood from sky and land
For as much as it can be holy
The war is the war
.
(choir)
.
Run villager
Peasant
Hang on António de Faria
And the nobility
All the massacre
And all the sorrow
Here comes the Coja Acém
And the sea burning
Anna come see
Anna come see
Anna come see
He waves goodbye the pirate
The filthy
From upon that mast
Scofferly and elegantly
Showing us the behind caffre
Black darkness of a negro
Taking skin and treasure from us
Laughing of joy
The rest was lost in the crowd
By the crash
On the open
In the edema of the gangrene
Cry for me my lady
It drains blood from sky and land
For as much as it can be holy
The war is the war
.

.
Note: The journey's diary, Fernão Mendes Pinto.
.

“From Diu I shipped into the strait of Meca, from here we went to Maçuá and from there, by land, to the Kingdom of Preste João(1). I passed to the Kingdom of the Batas and in a hurry through the Kingdom of Quedá, as I will notice further on. In Patane I met António de Faria(2), commander who I served at the merchandise sale. We were attacked by (the dog) Coja Acém, feared pirate since Heitor da Silveira(3) had killed his father and two brothers. Because of this, Coja Acém had promessed Mafamede(4) to kill all of the generation of Malaca. In small pinnaces, I too faced the great fleet of the turk which was reeling on our track with coloured sails and many silk flags.”
_________
(1) Cristian kingdom in Africa, probably founded by european survivors of shipwrecks, where today stands Ethiopia.
(2) Portuguese adventurer of the beginings of the XVI century
(3) Captain of Afonso de Albuquerque. (Af. de Albuquerque was the second portuguese viceroy of India. He conquered many cities, among them Malaca, Aden, Ormuz, and Goa). Heitor settled in Malaca, after helping on it’s conquer.
(4) Antient form of Mohamed (the prophet
)

.

http://www.justsomelyrics.com/577691/Fausto-A-guerra-%C3%A9-a-guerra-Lyrics

.

.


Vincent (Starry Starry Night) - Don McLean (legendado)


.
.

Ícone de canal
Casarini
 .
A Slide Show Double Tribute to Vincent van Gogh and Don McLean. (portuguese subtitled) Link for a version without portuguese subtitles: http://www.youtube.com/watc... Um Slide Show em homenagem a homenagem a Vincent van Gogh e Don McLean. (legendas em português)
.
Vincent - Don McLean
.
Starry, starry night
Paint your palette blue and gray
Look out on a summer's day
With eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills
Sketch the trees and the daffodils
Catch the breeze and the winter chills
In colors on the snowy linen land
.
Now I understand
What you tried to say to me
How you suffered for your sanity
How you tried to set them free
They would not listen they did not know how
Perhaps they'll listen now
.
Starry, starry night
Flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds in violet haze
Reflecting Vincent's eyes of China blue
Colors changing hue
Morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain
Are soothed beneath the artist's loving hand
.
Now I understand
What you tried to say to me
How you suffered for your sanity
How you tried to set them free
They would not listen they did not know how
Perhaps they'll listen now
.
For they could not love you
But still your love was true
And when no hope was left in sight
On that starry, starry night
You took your life as lovers often do
But I could have told you Vincent
This world was never meant for one as
beautiful as you
.
Starry, starry night
Portraits hung in empty halls
Frameless heads on nameless walls
With eyes that watch the world and can't forget
Like the strangers that you've met
The ragged men in ragged clothes
A silver thorn on a bloody rose
Lie crushed and broken on the virgin snow
.
Now I think I know
What you tried to say to me
How you suffered for your sanity
How you tried to set them free
They would not listen they're not listening still
Perhaps they never will
.
.

Pra não dizer que não falei de flores

Odete diz:

Ola Victor, já estou de volta ao pais das maravilhas.Beijinhos amigo.Bom Fim de Semana
 

Música Brasileira de Intervenção





actuais.
.
.
Olá! Amanhã vou arranjar coragem (é preciso, porque quando estamos cansados não abunda a vontade de estar com pessoas) para ir até à livraria do Medeiros. Ele vai lá apresentar o seu livro "Papel a mais" num encontro variado que inclui outras leituras, tertúlia e música, segundo entendi. A coisa começa por volta das quatro. Se quiseres, aparece. Um grande beijinho. Hoje deixo-te algumas canções de protesto, antigas e actuais.
.
Sorriso (hi5)
.
.

João Bosco e Gonzalo Rubalcaba - Incompatibilidade de gênios


.
.
Ícone de canal

BrunaoJazzistico
3 de Outubro de 2007
.
"Incompatibilidade de gênios" featuring Ivan Lins,
Guitar - Nelson Faria e João Bosco
Drums - Kiko Freitas
Piano - Gonzalo Rubalcaba
Keyboards - Ivan Lins e Nelson Ayres
Bass - Nico Assumpção e Carlos Henriquez
Percussion - Marçal
.
.
Enviado por Flor do Deserto (hi5)
.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Do you hear what I hear? Sand art


.
.
Ícone de canal
msc555
23 de Dezembro de 2008
.
This is a sand art performance I did for the Cornerstone Church 2008 Christmas Program .
.
.

Do You Hear What I Hear?


'Do You Hear What I Hear?' is a popular Christmas carol. Its lyrics are simple and its catchy tune makes it a favorite among adults and kids alike. It uses imagery from the nativity scene and describes how everyone and even the forces of Nature rejoiced at the birth of Jesus Christ.
.
Said the night wind to the little lamb,
"Do you see what I see?
Way up in the sky, little lamb,
Do you see what I see?
A star, a star, dancing in the night
With a tail as big as a kite,
With a tail as big as a kite."
.
Said the little lamb to the shepherd boy,
"Do you hear what I hear?
Ringing through the sky, shepherd boy,
Do you hear what I hear?
A song, a song high above the trees
With a voice as big as the sea,
With a voice as big as the sea."
.
Said the shepherd boy to the mighty king,
"Do you know what I know?
In your palace warm, mighty king,
Do you know what I know?
A Child, a Child shivers in the cold--
Let us bring him silver and gold,
Let us bring him silver and gold."
.
Said the king to the people everywhere,
"Listen to what I say!
Pray for peace, people, everywhere,
Listen to what I say!
The Child, the Child sleeping in the night
He will bring us goodness and light,
He will bring us goodness and light."
.
.
http://www.worldofchristmas.net/christmas-carols/do-you-hear.html
.







"You've Got a Friend" 2009 - SandFantasy


.
.
Ícone de canal

sandfantasy2008
22 de Dezembro de 2008
.
"You are not alone. You've got a friend, who will help you through your pains and sorrow and will always be at your side..." A new sand art from Ilana Yahav for 2009. You can see more video clips in her website-

www.sandfantasy.com
.
Enviado por Flor do Deserto (hi5)
.
.
 

Uma semana colorida deseja José Pereira

Assunto:
BOA SEMANA
Data:
7/Dez 2:04

Boa Semana
.
Distribuído por José Pereira (hi5)
.
.

Gato que dorme !

Amigos ,desculpem ter de ser assim.Abraço aos amigos e um fraterno beijinho às amigas
.
Vitor Correira (hi5)
.
.

cats002edited
.
.

Imagem e Fotografia


.
.
Distribuído por Moramguinho Pereira (hi5)
.
.

Bonsoir, mon amour (Il Silenzio) - Dalida


.
.


Ícone de canal

edupa80
28 de Abril de 2008

dalida canta bonsoir mon amour  (música de Il Silenzio)
.
Enviado por E.B. (hi5) - 30/Nov 21:07
 .


BONSOIR MON AMOUR
Titre original: "Il Silenzio"
.
(Paroles: N. Rosso, G. Brezza, Fr: Hubert Ballay / Musique: N. Rosso, G. Brezza   1965)
Dalida (France)

.
1. Tu viens de partir
Pour de longs mois
C'est long déjà
Tu es si loin
Si loin de moi
Trop loin de moi
Ma vie s'éteint
Quand tu t'en vas
Au fond de moi
Quand tu t'en vas
Je sais qu'il te faut partir
Et chaque fois
Je ne peux plus m'endormir
J'entends ta voix
La nuit je pense et je pleure
Et le silence me fait peur
C'est l'heure de dormir
Je veux te dire bonsoir
.
2. {Parlé:}

Bonsoir mon amour
Aujourd'hui je ne t'ai pas écrit
Pardonne-moi
J'ai trop de peine
.
{Chanté:}

Tu sais je m'ennuie sans toi
Je pense à toi
Je t'aime et n'aime que toi
Je rêve à toi
Bonsoir mon amour
Mon seul amour
Bonsoir

.
*****

.
IL SILENZIO
(Rosso / Brezza / Balley / Bernet
Dalida (France)

.
Amor te ne vai 
E tanto triste tu lo sai 
Che giorao inutili vivro pensando a te 
Darei la vita per averti sempre qui vicino a me
.
Come una voce che ormai conosco già 
Questo silenzio di te mi parlerà 
Nulla potrebbe cambiar 
Anche se devo aspettar 
.
Amor, te ne vai 
Ma tornerai 
Ancor
.
"Buonanotte amore 
Ti rivedro nei miei sogni 
Buananotte 
Buananotte a te che sei lontano"
.
Come una voce che ormai conosco già 
Questo silenzio di te mi parlerà 
Amor te ne vai 
Ma tornerai 
Ancor.

.
*****
.

ABSCHIEDSMELODIE
(Rosso / Binder)
Dalida (France)
.
.
Leb wohl, du musst gehn
Auf wiedersehn auf wiedersehn
Ein letztes wort, dann bist du fort
Ich bin allein, zu sehr allein, so sehr allein
.
Abschied und tränen vergehn
Hoffen und sehnen bestehn
Muss ich auch warten auf dich
Weiss ich auch du denkst an mich
.
Allein so allein
Bei tag und nacht so allein
.
Buona notte amore
Ti rivedro nei miei sogni
Buona notte, buona notte a te
Che sei lontana
.
Abschied und tränen vergehn
Hoffen und sehnen bestehn
.
Leb wohl, du musst gehn
Auf wiedersehn
Leb wohl
.
.

*****
.

EL SILENCIO
(Rosso / Brezza / Ballay / Bernet)
Dalida (France)
.
.
El tren
Se marchó y con dolor te vi partir
Y en la estación sola quedó
Adiós, amor
Mi vida hoy se entristeció sabiendo que
No te veré
Sé que debías marchar Y siento en mi
Que siempre voy a pensar
Tan solo en ti
Solo silencio quedo
Que hablaba de tanto amor 
.
El tren
Se perdió
Adiós amor, adiós
.
"Buenas noches amor, buenas noches
Y recuérdame en tus sueños
Aunque estas lejos de mi
Buenas noches amor"
.
Cada momento en ti yo pensaré
Todas la noches, amor te soñaré
Adiós, mi amor
Mi solo amor
Adiós .
.
. 
http://lyricsplayground.com/alpha/songs/b/bonsoirmonamour.shtml
.
 .